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PF faz buscas em Minas após ameaças de atentado a Jair Bolsonaro

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A Polícia Federal (PF) cumpriu neste domingo (1º) dois mandados de busca e apreensão, nas cidades mineiras de Três Corações e Alfenas, expedidos pela Justiça Federal, a fim de apurar crime contra a segurança nacional, artigo 20 da Lei n. 7170/83.

A investigação teve início após um homem ser detido, na última sexta-feira (29), por ter feito menção, em rede social, postando fotos e vídeos de suposto plano que visava a atentar contra o Presidente da República Jair Bolsonaro.

Na data, o Presidente estava em visita oficial à Escola de Sargentos das Armas (ESA), em Três Corações, por ocasião de solenidade de formatura do Curso de Sargentos. O suspeito trabalhava como terceirizado na ESA e aparecia em vídeos postados em redes sociais.

A investigação tramita em segredo de justiça e o suspeito pode ser condenado de 3 a 10 anos de reclusão.

Com informações da Veja.

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José Mojica Marins, o Zé do Caixão, morre aos 83 anos

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Morreu nesta quarta-feira (19), aos 83 anos de idade, em decorrência de uma broncopneumonia, o ator, diretor e roteirista José Mojica Marins, conhecido pelo personagem Zé do Caixão. Ele estava internado no hospital Santa Maggiore, no bairro da Mooca, zona leste de São Paulo.

Filho dos artistas circenses Antonio André e Carmen Marins, Mojica nasceu no dia 13 de março de 1936, na capital de São Paulo. Dirigiu 40 produções e atuou em mais de 50 filmes. Seu interesse pelo cinema de terror escatológico começou nos anos 1950, mas foi em 1964, com o filme “À meia-noite levarei sua alma”, que ganhou o apelido de Zé do Caixão.

Seu personagem mais famoso, o agente funerário sádico, que veste roupas pretas, cartola, capa e unhas longas, ainda aparece em “Esta noite encarnarei no teu cadáver” (1967), “O estranho mundo de Zé do Caixão” (1968), e “Encarnação do demônio” (2008).

Mesmo conhecido como o mestre do terror no cinema brasileiro, Mojica também trabalhou com outros gêneros, como aventura, faroeste, pornochanchada, e influenciou o movimento do cinema marginal nos anos 1960.

Quando tinha 17 anos, ele fundou a Companhia Cinematográfica Atlas, onde produziu alguns filmes amadores. Seu primeiro longa-metragem foi “A sina do aventureiro”, de 1958.

Em 1963, escreveu o argumento de “Meu destino em tuas mãos” e procurou o cineasta Ozualdo Candeias para fazer o roteiro, que não foi creditado.

O personagem Zé do Caixão, conforme Mojica contou em diversas entrevistas, surgiu para ele durante um pesadelo, em que um homem de capa preta o arrastava para um túmulo. Já a primeira aparição do Zé do Caixão no cinema foi em “À meia-noite levarei sua alma”. Nos Estados Unidos, ele ficou conhecido como “Coffin Joe”.

De acordo com o site oficial do Zé do Caixão, seu nome verdadeiro era Josefel Zanatas e “nasceu em berço de ouro, seus pais tinham uma rede de agências funerárias, fato que fez com que Josefel fosse uma criança muito sozinha, pois seus colegas os discriminaram por causa da profissão de seus pais”. Sua “biografia” ainda diz que Zé do Caixão é um “homem sem crenças, não acredita em Deus nem no Diabo, só acredita nele mesmo, acha que é o único que pode fazer justiça”.

Com o sucesso, o personagem começou a ser confundido com o seu próprio autor. No anos 1990, o Zé do Caixão apresentou o “Cine Trash”, na Rede Bandeirantes. Recentemente, ele tinha um programa de entrevistas no Canal Brasil, chamado “O estranho mundo de Zé do Caixão”, e recebia convidados inusitados, como Inri Cristo, João Gordo, Laerte, entre outros.

Fonte: G1

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