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PIS para nascidos em maio e junho começa a ser pago nesta quinta-feira. Saiba se você tem direito!

Os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em maio e junho receberão a partir desta quinta-feira (14) o lote do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) referente ao ano-base de 2017. Aqueles que possuem conta individual na Caixa Econômica Federal com saldo acima de R$ 1 e movimentação começaram a receber o crédito antecipado […]

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Os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em maio e junho receberão a partir desta quinta-feira (14) o lote do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) referente ao ano-base de 2017.

Aqueles que possuem conta individual na Caixa Econômica Federal com saldo acima de R$ 1 e movimentação começaram a receber o crédito antecipado do PIS na última terça-feira (12).

Os pagamentos, que tiveram início em julho de 2018, são realizados com base no mês de nascimento do trabalhador. Os recursos de todos os beneficiários ficam disponíveis até 28 de junho de 2019.

Os trabalhadores que tem direito ao benefício devem estar inscritos no PIS (trabalhador da iniciativa privada) há, no mínimo, cinco anos e ter trabalhado formalmente por ao menos um mês em 2017, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

Os valores que os beneficiários têm direito a sacar podem variar de R$ 84 a R$ 998. O benefício muda de acordo com o número de meses trabalhados 
formalmente no ano de 2017.

O abono não é liberado, caso o trabalhador recebeu comissão ou horas extras e ultrapassou dois pisos nacionais com a renda mensal.

Para os servidores públicos, o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) será disponibilizado também nesta quinta-feira (14) aos profissionais com benefícios que têm número final 8 e 9.

Com informações do Portal R7/Folha Vitoria. 

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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