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Polícia

PM apreende quatro armas e entorpecentes em Vitória

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Policiais militares do 1º Batalhão apreenderam quatro armas de fogo, munições e diversos entorpecentes, durante o atendimento de ocorrências no município de Vitória.

Na tarde de quinta feira (21), policiais militares da Força Tática que realizavam o patrulhamento tático pelo bairro Santo Antônio avistaram um indivíduo armado com um revólver em suas mãos. O meliante, ao perceber a presença policial, empreendeu fuga, sendo de pronto acompanhado pelos policiais.

Durante a fuga, o criminoso adentrou uma residência onde foi alcançado e detido pelos militares. Dentro da casa foi possível encontrar três revólveres de marca Taurus calibre 38, um deles carregado com cinco munições do mesmo calibre, além de 1.355 buchas de maconha, três tabletes da mesma droga e uma balança de precisão.

Em outra ação, durante a madrugada desta sexta-feira (22), por solicitação do Ciodes, militares foram até o bairro Belo Vista averiguar denúncias de um indivíduo que estaria pelas ruas do bairro com uma arma de fogo em mãos.

Chegando ao local indicado, um indivíduo empreendeu fuga dos militares sendo alcançado logo em seguida. Ao realizar a busca pessoal no suspeito, foi encontrado em sua cintura, um revólver especial marca Taurus calibre 38 carregado com cinco munições e em condições de uso.

As armas de fogo apreendidas e os detidos foram encaminhados a 1ª Delegacia Regional de Vitória.

Fonte: PM ES

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Polícia

Equipe da Decon apreende mais de 1.300 frascos de azeite adulterados na Grande Vitória

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A equipe da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) apreendeu, nesta terça-feira (02), 1.305 frascos de azeite extra virgem adulterados. Os produtos apresentavam rótulos de três supostas marcas e estavam sendo comercializados cinco estabelecimentos da Grande Vitória.

“O conteúdo dos produtos apreendidos foi analisado em laboratório oficial, de acordo com o lote, e ficou concluído que estes apresentam irregularidades na rotulagem e inconsistências do conteúdo, ou seja, o produto comercializado não poderia ser considerado azeite de oliva extra virgem”, explicou o titular da Decon, delegado Eduardo Passamani.

O delegado explicou que os estabelecimentos não poderiam ser, a princípio, culpabilizados pelo material adulterado. “Não podemos antecipar a culpabilidade, pois ainda não sabemos se o produto foi vendido pela marca já adulterado, ou se foi falsificado após a venda”, informou.

Diante das informações, o material foi apreendido pela Decon e será dado prosseguimento nas investigações para identificarem a origem da adulteração.

Fonte: Polícia Civil ES

 

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