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Polícia investiga se sambista foi morto por ex de sua namorada

A família do sambista assassinado na noite de quinta-feira (21), em Vila Garrido, em Vila Velha, acredita que Wudson Carlos Pinto de Oliveira (42) tenha sido vítima de um crime passional.  O irmão de Wudson, Robson Carlos Pinto de Oliveira, conta que ele estava na casa de uma namorada em Vila Garrido e teria sido chamado […]

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A família do sambista assassinado na noite de quinta-feira (21), em Vila Garrido, em Vila Velha, acredita que Wudson Carlos Pinto de Oliveira (42) tenha sido vítima de um crime passional.

 O irmão de Wudson, Robson Carlos Pinto de Oliveira, conta que ele estava na casa de uma namorada em Vila Garrido e teria sido chamado para o lado de fora da casa e em seguida, assassinado com cinco tiro. Oliveira conta que foi surpreendido com a notícia. Segundo ele, o irmão não tinha desafetos e era querido por todos.

“Recebi um o telefonema de um amigo nosso me contando. Fiquei chocado com a notícia. Me disseram que ele estava na casa de uma namorada, mas não sei quem ela é. Eu não conhecia ela”.

Wudson Carlos Pinto de Oliveira já foi casado e recentemente estava em um outro relacionamento. A família suspeita que o sambista possa ter sido assassinado por ciúmes.

“Vai ver um ex-namorado dela não gostou que ele (Wudson) estava lá. O que me contaram é que chamaram ele pra fora e atiraram nele”.  explica, o irmão do ex-diretor da escola de samba Boa Vista.

Segundo uma informação passada por amigos da vítima aos investigadores, o sambista estava namorando a mulher de um presidiário. Essa informação será investigada pela Polícia Civil que até o momento não divulgou detalhes do caso.

O ex-diretor da Escola de Samba Boa Vista trabalhava como motorista e morava em Cariacica há cinco anos. Wudson Carlos já foi integrante da Novo império, escola de samba de Santo Antônio, em Vitória, onde o sambista foi criado. Nas redes sociais diversos amigos lamentam a morte do sambista e enviam mensagem de apoio para a família. 

Fonte: Folha Vitoria

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Último envolvido em homicídio no bairro Jardim Limoeiro é preso na Serra

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A Polícia Civil do Estado do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra, prendeu, na noite da última quinta-feira (23), o último suspeito de ser autor do homicídio qualificado contra Vinícius Santos Neves, de 25 anos, ocorrido no dia 31 de janeiro de 2021, no bairro Jardim Limoeiro, na Serra.

A motivação do crime está relacionada aos conflitos entre a vítima e os suspeitos, além do envolvimento deles com o tráfico de drogas no bairro Jardim Limoeiro, região conhecida como “Copo Sujo”. Outros quatro envolvidos no crime já estão presos, não restando nenhum foragido da Justiça. Os detalhes das investigações e das prisões foram divulgados em entrevista coletiva, nesta terça-feira (28), na Chefatura de Polícia Civil, em Vitória.

O titular da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa da Serra, delegado Rodrigo Sandi Mori, informou que, no dia do crime, cinco indivíduos cercaram Vinicius Santos Neves, que foi agredido com várias pauladas e pedradas. Nos primeiros instantes da agressão, foram desferidas 24 pauladas e uma pedrada na vítima. Após os suspeitos se afastarem do local, a vítima esboçou uma reação, tentando se levantar. Dois indivíduos, ao perceberem que a vítima ainda se encontrava com vida, voltaram para o local e desferiram mais 20 pauladas, ocasionando a morte da vítima.

“Vinicius Santos Neves tinha família, era casado, trabalhava como soldador em uma empresa, porém, o vício nas drogas fez com que ele passasse a morar nas ruas e traficar pedras de crack para financiar o consumo próprio. Quando a vítima usava drogas, ela costumava ficar bastante agressiva e passava a ameaçar e agredir outros moradores de rua”, explicou o delegado Rodrigo Sandi Mori.

Ainda segundo o responsável pela investigação, antes do homicídio, a vítima teria insultado a namorada de um dos autores do crime e discutido com mais cinco indivíduos. Momento em que todos se juntaram e decidiram matar Vinícius Santos Neves.

“A polícia não resolve tudo sozinha. Estamos diante de uma vulnerabilidade social que vem se intensificando nos últimos anos, cabendo à Polícia Civil identificar e retirar de circulação os indivíduos que cometem esse tipo de crime. É dever do poder público efetuar ações e benefícios para a população, promovendo a saúde e o bem-estar dessas pessoas em situação de rua, evitando assim que esse tipo de crime aconteça”, acrescentou o delegado.

Os cinco detidos respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima, sendo encaminhados para a unidade prisional, ficando à disposição da Justiça.

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