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Política Nacional

Política econômica contribui para aumento da pobreza, afirma Humberto Costa

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O senador Humberto Costa (PT-PE) atacou em Plenário nesta segunda-feira (2) a política econômica do governo, formulada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele apontou cortes no orçamento das áreas sociais e criticou a revogação de direitos trabalhistas e previdenciários. Na sua opinião, são medidas que contribuem para o crescimento da pobreza e das desigualdades sociais.

— O empobrecimento aumenta, no momento em que o desemprego e a informalidade crescem, no momento em que a atividade econômica está estagnada e no momento em que a desigualdade se aprofunda de maneira jamais vista, pela rapidez com que vem acontecendo. E isso é ao mesmo tempo em que o presidente Bolsonaro adota, por intermédio de seu ministro da Economia, esse pupilo de Augusto Pinochet, medidas para aprofundar ainda mais esse fosso social. Medidas econômicas perversas, como a reforma da Previdência, vão drenar ainda mais as condições de vida do povo — disse o senador.

Humberto Costa disse que o governo federal não tem tomado medidas para retomar o crescimento econômico e a geração de empregos. Mas, ao contrário, está cortando recursos dos programas sociais. De acordo com o parlamentar, o Brasil caminha para um caos social, pois a miséria já atinge 13,5 milhões de pessoas, além dos crescentes números de pessoas desempregadas.

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— A população não aguenta mais tanta espoliação. Entre desempregados, subocupados e desalentados já temos mais de 30 milhões de brasileiros […] A fome voltou; milhares, especialmente crianças, estão em situação de rua, ou seja, de extrema vulnerabilidade. A pobreza, já chegou a 11% e a renda caiu 18%. O país, pelos dados, está sendo arrastado para um quadro de penúria total, com permanente perda de direitos para nossa população — acrescentou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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TCU libera banquetes de luxo em eventos do Supremo com ‘altas autoridades’

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Lagosta arrow-options
Pixabay / Divulgação

Lagostas podem entrar para o menu de eventos do Supremo, contato que haja ao menos duas autoridades de alto nível.

As refeições com lagostas e vinhos importados foram liberadas pelos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) para o Supremo Tribunal Federal. O plenário da Corte julgou como parcialmente procedente uma representação do Ministério Público sobre a licitação de R$ 1,3 milhão, que contratou serviços de refeições, não sendo suspenso o Pregão. 

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O parecer do relator Luciano Brandão Alves de Souza foi seguido pelos ministros. O “elevado grau de sofisticação dos alimentos e bebidas” foi um dos elementos que justificou os preços fechados, tidos como “razoáveis e compatíveis com sua finalidade”.

Itens como bobó de camarão, camarão à baiana, medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada, bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, moqueca capixaba e baiana, arroz de pato, vitela assada, codornas assadas, carré de cordeiro e medalhões de filé. 

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As supostas irregularidades no pregão passaram a ser investigadas pelo Ministério Público no primeiro trimestre deste ano. O subprocurador-geral do MP junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado , indicou que os elementos do banquete contrastavam com a “escassez e a simplicidade dos gêneros alimentícios acessíveis – ou nem isso – a grande parte da população brasileira que ainda sofre com a grave crise econômica que se abateu sobre o Brasil há alguns anos”. 

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A representação foi analisada pelos ministros do TCU nesta quarta-feira, acolhendo alguns documentos do Ministério Público. No entanto, o pregão não foi suspenso conforme a solicitação da medida cautelar. 

O contrato de R$ 481.720,88, fechado pelo Supremo Tribunal Federal a partir do pregão tem preços “significativamente inferiores” aos de um contrato celebrado em 2017, pelo Ministério de Relações Exteriores, segundo o acórdão. 

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