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Política

Pré-candidatura de Adelson Fardin pode esquentar eleições municipais de Vargem Alta

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O ex-prefeito de Vargem Alta, Adelson Fardin (PSD), tem sido sondado para disputar as eleições municipais em novembro próximo, segundo fontes do Hoje ES. O ex mandatário do município da Região Serrama esteve fora das últimas disputas por problemas na Justiça, incluindo o que resultou no indeferimento de seus votos nas eleições 2008.  Nesta sua última candidatura, Adelson compôs chapa com o atual vice-prefeito, Almiro Ofranti Filho, o “Mirim”.

Segundo circula nos bastidores da política vargem-altense, grupos que não se alinham a outros pré-candidatos a prefeito da cidade e, principalmente, ao ex-prefeito Elieser Rabello (MDB). Emissários ligados ao atual prefeito João Altoé (PSDB), estariam à procura de um candidato para a disputa e estariam de olho em Fardin.

Procurado pela redação do Hoje ES, Adelson Fardim não confirmou, nem negou, mas disse que “é um caso a se pensar, já que fui vereador, fui prefeito, tenho serviços prestados pela minha querida Vargem Alta e estou apto a me canditar perante a Justiça”.

O presidente regional do PSD, Neucimar Fraga, disse que o partido tem interesse em candidaturas majoritárias e de vereadores no maior número de municípios do Espírito Santo, e Adelson Fardin terá todo apoio caso queira ser candidato em Vargem Alta.

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CPI quer prisão de responsáveis por abrigo de animais de Vila Velha por maus-tratos, estelionato e ameaça

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A presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos Contra os Animais da Assembleia Legislativa (Ales), deputada Janete de Sá (PMN), disse que vai acionar o Ministério Público (MP-ES) para que seja feito o pedido de prisão dos responsáveis pelo Abrigo Au Au Carente. O anúncio foi feito durante reunião do colegiado realizada na tarde desta quarta-feira (24) no Plenário Dirceu Cardoso.

A deputada quer que o órgão ofereça denúncia à Justiça Criminal para que Lívia Guimarães, além do marido dela, José Délio Barcellos Neto, e a filha do casal, Bianca Guimarães Barcellos, sejam presos por crimes de maus-tratos aos animais, estelionato e ameaça. Os três foram convocados, mas não compareceram à reunião para esclarecer o caso em que 11 animais, sendo cinco cachorros e seis gatos, foram encontrados mortos em um apartamento no Centro de Vila Velha no dia 8 de janeiro deste ano. Outros cinco animais foram resgatados em avançado estágio de desnutrição e maus-tratos.

O advogado dos três convocados, Jamilson Monteiro Santos, não apresentou justificativa dos clientes. Ele acionou outros advogados que chegaram a tumultuar os trabalhos, no entanto, acabaram sendo retirados do plenário por atrapalhar o andamento das investigações.

Janete de Sá chamou o local onde o crime aconteceu de “apartamento da morte” e disse que a CPI deve concluir o relatório da CPI até a próxima sexta-feira (26) o relatório sobre o caso, que deverá servir de apoio ao inquérito conduzido pelo delegado Eduardo Passamani, titular da Delegacia de Crimes Ambientais.

Em consonância com o inquérito da polícia, a CPI deve propor a proibição da saídas dos três suspeitos do país, proibir que possam recolher animais, que sejam retiradas as páginas do Abrigo Au Au Carente das redes sociais, além do bloqueio das contas usadas por eles em aplicativo fintech e quebra do sigilo bancário e fiscal dos três convocados.

“O objetivo é exatamente trazer esse debate, essa questão de forma transparente para a sociedade. A investigação policial não permite isso, porque tem que ser no ambiente fechado, entre quatro parentes, que é do processo investigatório. A CPI tem a possibilidade de trazer esses esclarecimentos à sociedade e garantir a transparência e a participação da sociedade neste processo, especialmente a proteção animal e aqueles que se sentiram enganados nesse processo. A CPI está dando a oportunidade de transparência, esclarecimento dos acusados,  de ouvir as testemunhas de forma aberta à sociedade, ao Ministério Público, à proteção animal e todos que estão participando dessa mesa”, destacou Janete.

Testemunhas

Na reunião foram ouvidas testemunhas do caso, entre elas dois amigos de Bianca Guimarães Barcellos, moradora do apartamento onde os animais foram encontrados mortos. Samara Caliari Arize e Vitor Hugo Moreira Saraiva disseram já ter visto Bianca utilizando drogas sintéticas, no entanto, informaram desconhecer que a amiga fosse usuária de cocaína ou dependente química.

As informações contradizem o que foi dito pelo pai de Bianca à polícia. José Délio disse que a filha é dependente química e sofre de depressão. No entanto, o inquérito policial concluiu que os pais teriam arquitetado a versão para eximir Bianca de culpa, sob a alegação de que a filha não teria condições mentais para o ato.

Outras testemunhas ouvidas foram Bruno Serafim Coelho, síndico do prédio onde o crime aconteceu, e o ex-síndico, Sergio Augusto Azevedo Santos. Ambos relaram ser recorrentes as queixas de outros moradores a respeito de mau cheiro que exalava do apartamento. “As reclamações referentes ao apartamento 201 começaram desde janeiro 2019, quando Bianca se mudou para o apartamento. As cobranças eram ignoradas e ela dizia que não existia a quantidade de animais existente. Também nunca apresentou o cartão de vacinação dos animais”, revelou Bruno. Sergio Augusto disse que chegou a ser ameaçado pela mãe de Bianca ao cobrar solução para o problema.

A questão, segundo as testemunhas, foi denunciada à Ouvidoria da Prefeitura de Vila Velha e à Delegacia de Meio Ambiente. No entanto, nenhum dos órgãos chegou a resolver o problema que, a princípio, parecia se tratar apenas de uma questão sanitária. A desconfiança dos moradores de que a situação era mais grave que o imaginado se confirmou quando o odor dos animais em decomposição começou a se exalar pelo edifício.

Cronologia

No dia 8 de janeiro deste ano a Guarda Municipal de Vila Velha realizou ação e encontrou seis gatos e cinco cães mortos em apartamento no Centro de Vila Velha. Os animais estavam sob responsabilidade e tutela de Bianca Guimarães, filha de Lívia Guimarães e José Delio, responsáveis pelo Abrigo  Au Au Carente.

A CPI dos Animais relacionou o caso de Vila Velha ao abrigo porque dois animais resgatados em ações da comissão e encaminhados para cuidados dos protetores de animais foram encontrados no apartamento. Diante da situação a CPI, em conjunto com a Delegacia de Crimes Ambientais, realizou ação e interditou o abrigo.

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