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Prefeitura e Governo de São Paulo anunciam 29 mil moradias populares

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Governador de São Paulo,João Doria, e Ricardo Nunes, prefeito da capital
Governo de São Paulo

Governador de São Paulo,João Doria, e Ricardo Nunes, prefeito da capital


A cidade de São Paulo vai ganhar 29 mil unidades habitacionais construídas pelo poder público. A construção foi anunciada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e pelo governador João Doria (PSDB), parceiros no investimento, nesta quarta-feira (13).

Segundo Nunes, serão quase R$ 2,2 bilhões de recursos em conjunto, sendo R$ 1,3 bilhão da prefeitura e R$ 857 milhões do governo estadual. Com as obras, a geração de empregos deve chegar a 110 mil vagas.

De acordo com o prefeito, a meta da atual gestão é fazer 49 mil unidades até 2024. “As pessoas terão a sua residência, a sua dignidade e o trabalhador poderá ter seu descanso e cuidar dos filhos”, defendeu durante evento no Palácio dos Bandeirantes.


Em meio a essas iniciativas, na última sexta-feira (9), Nunes sancionou o novo programa habitacional da cidade, batizado de “Pode Entrar”. O projeto visa impulsionar a produção de unidades de interesse social na capital paulista, com ferramentas que ajudem na redução do déficit habitacional, como a chance de que a própria prefeitura adquira imóveis da iniciativa privada, entre outras ações.

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Supermercado do RJ vende cabeça de peixe em bandeja

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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ

Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ – Reprodução

Uma parte do peixe que costuma ser descartada chamou atenção de cariocas ao aparecer à venda em bandejas no supermercado. Na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro, está sendo comercializado avulso, sem o corpo do pescado.

A imagem foi compartilhada pela página “Barra Mansa Forte” nas redes sociais. “É a primeira vez que se vê na bandeja uma parte que nem todos consumiam, sendo descartada”, diz o post.

A comercialização da cabeça de peixe é apenas um entre os recentes episódios onde partes que geralmente não eram comercializadas passaram a ocupar as vitrines dos mercados no Brasil, em razão da crise econômica que levou grande parte da população à fome no país.

No Pará, restos de peixe como vísceras, espinhas e cabeça também estão sendo vendidos. O quilo custa R$ 3,90.

Em Santa Catarina, após a repercussão de uma placa cobrando R$ 4 por kg de osso em um mercado, o Procon-SC emitiu uma nota técnica recomendando que os estabelecimentos evitassem a cobrança de ossos destinadas ao consumo humano.

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