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Presidente do Vasco critica árbitro: “querem privilegiar Palmeiras”

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O presidente do Vasco, Alexandre Campello, criticou a arbitragem de Rafael Traci na derrota, por 2 a 1, para o Palmeiras, na noite desta quarta-feira, em São Januário, pela 31ª rodada do Brasileirão. E afirmou que irá até a CBF para apresentar uma queixa contra o juiz.

“É um absurdo o que está se fazendo. Se quiserem que o campeonato continue competitivo, tudo bem. Mas prejudicar o Vasco é inadmissível. Amanhã (quinta) estarei na CBF cobrando isso da comissão de arbitragem. Árbitro tendencioso, começou dando sete cartões amarelos. Não deu a falta no gol do Palmeiras, deixou de dar o pênalti para o Vasco. Imagem clara. Esse juiz persegue o [Leandro] Castán, teve o mesmo problema com ele contra o Avaí”, disse Campello, antes de deixar a coletiva.

O técnico Vanderlei Luxemburgo também não concordou com as decisões tomadas por Rafael Traci durante a partida: “Esse árbitro persegue o Castán. Perseguição é uma coisa meio complicada. Acho isso uma covardia muito grande. Quantas faltas o time do Palmeiras fez no primeiro tempo e como ele amarelou o nosso time. É complicada a maneira como ele conduziu o jogo”, declarou.

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Ainda dentro de campo, o lateral Danilo Barcelos seguiu a linha de seus superiores. “É óbvio que foi falta. Mas isso é o de menos. É incrível a má vontade do Rafael Traci contra a gente. Mas a gente não pode falar muito. Não marcou pênalti e amarelou nosso time inteiro. Enfim…”, concluiu.

A reclamação gira muito em torno da expulsão de Leandro Castán em um lance polêmico para o Vasco, que reclamou muito de um pênalti cometido por Thiago Santos. Na confusão, o zagueiro disparou contra arbitragem e recebeu o vermelho. “É a segunda vez que você nos prejudicou”, afirmou.

O gol, marcado por Luiz Adriano, também gerou reclamação. O atacante dividiu com Danilo Barcelos, que pediu falta. O árbitro consultou o VAR, mas acabou confirmando o gol para o Palmeiras, que acabou vencendo o duelo.

O resultado levou o Vasco para o quarto tropeço consecutivo no Brasileirão. O time carioca tem 39 pontos, ainda na luta contra o rebaixamento.

Folha Vitótia 

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Nos pênaltis, Alto Pongal, de Anchieta, fatura o Sulinão 2019

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Não foi fácil, mas a equipe do Alto Pongal não desistiu e acabou sendo agraciada com a conquista do Campeonato Sulino de 2019. O time de Anchieta saiu atrás do marcador, mas foi guerreiro e nos acréscimos da partida, aos 50 minutos do segundo tempo, buscou o empate e faturou o título na disputa de penalidades.

A grande decisão aconteceu neste sábado (09), no Estádio Jairzão, em Alto Pongal, no município de Anchieta. O Olímpico de Guaçuí saiu na frente da partida com um gol marcado por Peixe, aos 10 minutos do segundo tempo. Num cruzamento feito por Jhonatan, o atacante do Olímpico testou firme e o goleiro Erivelton do Alto Pongal acabou se enrolando com a bola e ela morreu no fundo da rede.

Atrás no placar, o Alto Pongal se atirou ao ataque. Criou algumas oportunidades, mas foi no finalzinho da partida, aos 50 minutos do segundo tempo, que chegou ao empate. Maycon fez o cruzamento e Ruan testou, sem chances para o goleiro Raoni da equipe de Guaçuí.

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O empate levou a disputa para os pênaltis. Mais um pouco de sofrimento para os jogadores e torcedores que lotam o Estádio Jairzão, em Anchieta.

Na série de cinco pênaltis, o Olímpico teve o título na mão. Xandy, do Alto Pongal havia perdido uma cobrança, numa bela defesa do goleiro Raoni. Na cobrança derradeira, Kika, teve a bola para o título do Olímpico, mas cobrou o pênalti para fora.

Na série alternadas, o Olimpico perdeu mais um pênalti, desta vez com Ian, que chutou e Erivelton defendeu. Coube a Roni, do Alto Pongal, a cobrança derradeira. Goleiro de um lado, bola do outro e Alto Pongal bicampeão sulino, 1992 e 2019.

O troféu “Gabriel Mathielo”, em homenagem ao diretor da Liga Desportiva de Cachoeiro de Itapemirim que faleceu este ano, ficou com o time da terra do Santo Padre José de Anchieta. O campeão ainda faturou a quantia de R$ 4 mil reais e o vice R$ 1 mil.

Da Hora ES

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