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Presidente voltou a criticar o ensino nas universidades brasileiras em nova postagem no Twitter

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a criticar o que chama de “ideologia de esquerda” presente nas universidades brasileiras. Em uma nova postagem no Twitter, logo no início da manhã desta segunda-feira (11/3), ele afirmou que o ambiente acadêmico é massacrado por esse movimento. Em uma sequência de postagens, Bolsonaro disse que “uma das prioridades […]

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a criticar o que chama de “ideologia de esquerda” presente nas universidades brasileiras. Em uma nova postagem no Twitter, logo no início da manhã desta segunda-feira (11/3), ele afirmou que o ambiente acadêmico é massacrado por esse movimento.

Em uma sequência de postagens, Bolsonaro disse que “uma das prioridades do governo é quebrar o ciclo da massa hipnotizada comendo migalhas enquanto seus líderes nadam em milhões da corrupção do erário”.

Por fim, ele afirmou que é um trabalho duro e demorado, que não se faz da noite para o dia. “Vamos trabalhar juntos para resgatar nosso amado Brasil”, finalizou.

Bolsonaro tem colecionado postagens que rendem polêmicas nos últimos dias. Na semana passada, durante o Carnaval, ele publicou um vídeo com imagens obscenas para criticar a folia de rua que tomou conta do país. A reação foi imediata e o assunto ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter do Brasil.

O chefe do Executivo também tem usado a conta pessoal para defender a reforma da Previdência. O texto com a proposta foi enviado à Câmara dos Deputados em 20 de fevereiro, e há a expectativa de que a reforma comece a ser analisada ainda nesta semana, após a escolha dos integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Casa.

“O ambiente acadêmico com o passar do tempo vem sendo massacrado pela ideologia de esquerda que divide para conquistar e enaltece o socialismo e tripudia o capitalismo. Neste contexto a formação dos cidadãos é esquecida e prioriza-se a conquista dos militantes políticos”, disse na rede social.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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