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Saúde

Primeiras doses da vacina CoronaVac chegam ao Brasil

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Primeiras doses da CoronaVac chegaram ao Brasil - Reprodução

 

 

As primeiras 120 mil doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela chinesa Sinovac contra a Covid-19, chegaram ao aeroporto internacional de Guarulhos esta manhã. De acordo com o governo de São Paulo, até o final de dezembro 46 milhões de doses estarão disponíveis no País.

Por segurança, o estado não informa onde as doses do imunizante ficarão armazenadas. De acordo com informações do Bom Dia São Paulo, o avião da Turkish Cargo pousou no aeroporto às 7h35 da manhã.

Atualmente, a vacina passa tela terceira fase dos testes clínicos em humanos, com bons resultados sobre sua segurança. Na terça-feira (16), um estudo publicado pela revista científica Tha Lancet apontou que, nas fases 1 e 2 do estudo, a vacina induziu uma resposta imunológica em 97% dos voluntários.

Fonte: IG SAÚDE

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Jovens relatam mudanças de rotina e de humor em estudo sobre pandemia

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Agência Brasil

Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor
Foto: Getty Images

Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor

Em um estudo coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a pandemia de covid-19, jovens brasileiros relataram mudanças de rotina, alterações de humor, piora na saúde e adoção de hábitos alimentares não saudáveis.

Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor, na maioria das vezes ou sempre.

Considerando apenas as meninas, o percentual sobe para 61,6%. No recorte por idade, o índice é maior entre adolescentes mais velhos, de 16 e 17 anos. Nessa faixa etária, tais sentimentos foram relatados por 55,3%, percentual superior aos 45,5% registrados no grupo entre 12 e 15 anos.

Intitulado ConVid Adolescentes – Pesquisa de Comportamentos, o estudo coordenado pela Fiocruz foi realizado em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Foram entrevistados 9.470 jovens de todo o Brasil na faixa de 12 a 17 anos. Os questionários foram respondidos de forma online entre junho e setembro. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (1º).

O aumento dos relatos de sedentarismo é outro dado que consta do estudo. O percentual de jovens que não fazem 60 minutos de atividade física em nenhum dia da semana foi de 43,4%. Antes da pandemia, o índice era de 20,9%. Os pesquisadores chamam a atenção para esta mudança, uma vez que jovens costumam praticar esportes, aulas de dança e outras atividades.

O tempo de uso de equipamentos eletrônicos como computador, tablet e celular aumentou. Entre os adolescentes de 16 e 17 anos, 77% afirmaram ficar em frente a esses aparelhos mais de quatro horas por dia, sem contar o período em que eventualmente estão tendo aulas online.

O consumo de alimentos não saudáveis em dois dias ou mais por semana aumentou. Pratos congelados, chocolates e doces estão sendo 4% mais consumidos. De acordo com a pesquisa, 36% dos adolescentes entre 12 e 17 anos relataram queda na qualidade do sono durante a pandemia. A piora da saúde de forma geral foi apontada por 30% dos jovens.

Problemas relacionados com as aulas online também foram diagnosticados: 59% afirmaram ter dificuldades para se concentrar nas aulas a distância e 38,3% se queixaram da falta de interação com os professores. Em relação ao entendimento do conteúdo ministrado, 47,8% dos adolescentes relataram estar entendendo pouco e 15,8% disseram não estar entendendo nada.

Restrição Social

A grande maioria dos adolescentes afirmou ter aderido a medidas de restrição social. Esse grupo reuniu 71,5% dos entrevistados, e a restrição total foi relatada por 25,9%, enquanto 45,6% disseram adotar uma restrição intensa, em que só saem para supermercados, farmácias ou casa de familiares.

Há variações no recorte por regiões. O percentual alcança o maior patamar no Sul do país: 74,1% dos jovens dizem aderir a medidas de restrição social. O menor índice, de 66,1%, foi o da Região Norte. Esta foi também a região onde houve o maior índice de adolescentes que afirmaram ter tido diagnóstico positivo para covid-19: 6,1%, bem acima da média de 3,9% considerando todos os entrevistados.

Fonte: IG SAÚDE

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