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Príncipe Harry bebia e usava drogas para lidar com trauma da morte de Diana

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Príncipe Harry

Príncipe Harry – Reprodução/Youtube

Após falar com Oprah Winfrey sobre o afastamento da família real em uma polêmica entrevista, Príncipe Harry conversou novamente com a apresentadora. Os dois falaram sobre saúde mental para a série “The me you can’t see”, da Apple TV+, e o marido de Meghan Markle contou que usava drogas e bebia para lidar com o trauma da morte da mãe.

Harry contou que o trama da morte da mãe o fizeram desenvolver ansiedade e ataques de pânico entre os 28 e 32 anos. Ele contou que tinha crises sempre que precisava ir para algum compromisso oficial e que ficava coberto de suor antes mesmo de sair de casa.

O pai de Archie disse que acabou recorrendo à bebida e às drogas para conseguir fugir desses sentimentos. Ele contou que não bebia diariamente, mas que em uma noite de sábado ou sexta-feira consumia uma quantidade de álcool equivalente ao que beberia em uma semana inteira.

“Eu não bebia porque eu gostava, mas porque estava tentando mascarar alguma coisa. Estava disposto a beber e estava disposto a usar drogas. Estava disposto a tentar qualquer coisa que não me fizesse sentir daquela maneira”, conta Harry.

Ele falou que  morte de Diana não era um assunto abordado na família real e que Charles falou que os filhos teriam que lidar com o assédio e a pressão da mídia. O pai de Harry e William teria dito para os dois que a mesma situação aconteceu com ele e não havia nada que pudesse ser feito para mudar isso.

“Não faz sentido. Só porque você sofreu não significa que seus filhos têm que sofrer. Na verdade, é o oposto disso. Se você sofreu, faça tudo que você pode para assegurar que qualquer experiência negativa que você teve não aconteça com os seus filhos”, diz Harry.

Fonte: IG GENTE

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Ponto de não retorno para aquecimento global teria sido superado

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Durante os 389 dias no mar, as equipes a bordo do quebra-gelo "Polarstern" coletaram muitas informações sobre a mudança climática - Foto: © Captura de tela

A temperatura global já teria superado um ponto não retorno. A advertência de um possível aquecimento irreversível do planeta foi feita nesta terça-feira (15) pelo cientista alemão que comandou a maior expedição enviada ao Ártico.

“Somente as observações que faremos nos próximos anos poderão nos indicar se ainda é possível salvar as geleiras do Ártico, presentes o ano todo graças a uma proteção do clima, ou se já superamos o ponto de não retorno”, disse Markus Rex. O cientista fez o balanço oito meses após o retorno da missão internacional de um ano no Polo Norte.

“O desaparecimento das geleiras durante o verão no Ártico é uma das primeiras bombas de um campo minado, um dos primeiros pontos de não retorno que atingimos com um aquecimento exagerado” (global), detalhou o alemão em uma entrevista coletiva em Berlim, ao lado da ministra da Educação e Pesquisa Anja Karliczek. “Podemos nos perguntar se já não estamos andando sobre esta mina e se já não ativamos o início da explosão”, completou o climatologista.

Ultrapassar o ponto irreversível acarretaria um “efeito dominó” com consequências catastróficas para o planeta, advertiu o cientista. Isso pode “agravar ainda mais o aquecimento com o desaparecimento da calota polar da Groenlândia ou o degelo de zonas amplas do permafrost [tipo de solo encontrado na região, constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados] do Ártico”.

“O epicentro do aquecimento global”

A maior expedição enviada ao Polo Norte, chamada MOSAIC, retornou à Alemanha em outubro de 2020. Na época, o chefe da missão alertou sobre a ameaça atual contra as camadas de gelo, que desaparecem a uma “velocidade dramática”.

As equipes ficaram 389 dias no mar, a bordo do quebra-gelo “Polarstern”. Elas coletaram muitas informações sobre as mudanças climáticas, principalmente nos meses em que o navio ficou à deriva no gelo do Polo Norte. O retrocesso das geleiras é considerado pelos cientistas o “epicentro do aquecimento global”, segundo Rex.

Fonte: RFI Brasil

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