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Prodest integra rede pioneira no uso do blockchain no setor público

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O Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espirito Santo (Prodest) é um dos órgãos públicos integrantes da Rede Blockchain Brasil (RBB), que também é composta pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e por instituições federais e estaduais de Tecnologia da Informação (TI).

Lançada no final de maio, essa rede tem como objetivo aperfeiçoar a construção de uma infraestrutura que possibilite o uso da tecnologia blockchain em várias aplicações, o que poderá contribuir para elevar a transparência pública, expandir a confiança dos cidadãos nos serviços públicos e acelerar a transformação digital no Brasil.

O blockchain consiste em uma tecnologia voltada para o compartilhamento de informação de forma confiável, descentralizada e rastreável. Em virtude disso, pode ser adotada em situações que abrangem, por exemplo, o rastreamento de ativos com garantia de autenticidade das transações realizadas por instituições públicas.

O gerente de Gestão da Informação do Prodest, Leandro Barbieri, afirmou a autarquia participou dos testes para a implantação da RBB e tem nós (pontos) ativos na rede que podem validar e registrar transações.

“Graças a essa rede, o setor público não precisará adquirir criptomoedas para utilizar as tecnologias associadas às redes de blockchain descentralizadas. Com a criação da Rede Blockchain Brasil, será possível desenvolver aplicações que oferecem transparência, rastreabilidade e ainda mais confiança na autenticidade das informações geradas pelo Estado”, destacou Barbieri.

“Com certeza, estamos atuando em uma ação pioneira no Brasil. Afinal, trata-se de uma tecnologia que o setor público nacional está começando a utilizar de forma gradativa. Esperamos, em breve, ter mais mecanismos tecnológicos para evitar fraudes e falsificações, ressaltou o presidente do Prodest, Marcelo Cornélio.

Fonte: Governo ES

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Competências do mercado financeiro vão alavancar agronegócio no Estado

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A experiência do mercado financeiro de grandes empresas será utilizada para alavancar o agronegócio no Estado. Tendo essa máxima como base, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-ES) lançou nesta sexta-feira (24) seu mais novo programa: o Ibef Agro. Reunindo mais de 100 participantes, entre autoridades, investidores e agricultores, o encontro aconteceu no auditório do Sicoob Leste Capixaba, em Linhares.

O presidente do Ibef-ES, Paulo Wanick, abriu a cerimônia explicando um pouco do trabalho da instituição. “O instituto trabalha com três grandes eixos: produção de conteúdo qualificado, desenvolvimento profissional e relacionamento com o mercado e reconhecimento. Neste sentido, os programas estruturados: Ibef Academy, CFO Connection, University, Social e agora o Agro são formatados para tangibilizar essas entregas. Além disso, temos os Comitês Qualificados de Conteúdo (CQCs), espécie de linha de produção operacional do IBEF na construção desses conteúdos qualificados. Esses programas qsão a nossa base para o desenvolvimento técnico-profissional sustentável, cada um em suas áreas de atuação”.

O diretor do Ibef Agro ES, Flávio Gianordoli, explicou que a instituição vai levar toda a expertise do mercado financeiro para o agronegócio. “O Estado e o País são dependentes do agro e o Ibef com todo o seu know how vai contribuir para desenvolver ainda mais o agronegócio, através de programas exclusivos, fazendo conexões, atuando de perto para que o setor cresça ainda mais”.

O diretor do Ibef Agro Campinas e diretor da Deloitte, Adilson Martins, apresentou a experiência do programa em São Paulo. “Cresci no agro e ter uma oportunidade dessa é um orgulho. O Ibef Agro Campinas foi criado para contribuir com o desenvolvimento empresarial do agro, promovendo qualificação profissional. Em Campinas temos o programa de coach, buscamos aproximação com meio acadêmico, fazemos parcerias estratégicas com hubs de inovação e vamos realizar eventos”.

Painel

O painel “Tecnologias digitais, agtechs e a nova onda de inovação e investimentos no campo brasileiro” contou com a participação de Mariana Caetano, head de Agronegócio da KPTL e Octaciano Neto, head de Agronegócio da EloGroup, com mediação de Vitor Alves, da NA Agropecuária.

Mariana apresentou alguns pontos importantes para o segmento. “Nós ainda estamos caminhando para melhorar nossa forma de comunicar o que somos e fazemos. Precisamos demonstrar que o agro brasileiro é imbatível. Além disso, hoje, quem manda é o consumidor, o que ele pede a gente tem de entender e se adaptar”.

Já Octaciano frisou que no agro quem deu certo foram aqueles que usaram a mecanização, a química e a biologia. “O futuro do agro agora, depende da combinação do velho paradigma, que une biologia, química e mecanização, com digitalização, agenda ESG e mercado de capitais”.

A coordenadora do Ibef Agro, Julia Bastos, destacou que o programa vai levar o conhecimento das indústrias para as lideranças do agro capixaba. “Vamos promover um circuito de imersão em finanças no agro. Serão seis módulos a serem completados em 24hs, tendo aulas de 2hs no máximo e com 20 pessoas em cada turma. O workshop será de curta duração e será 100% online. Vamos tratar sobre mercado de capitais, digitalização e agtechs e ESG voltados para o agro”.

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