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Professor de capoeira é morto a tiros ao sair de bar em Serra

Oprofessor de capoeira Alessandro Bolegnesi da Silva, 34 anos, foi assassinado ao sair de um bar, na madrugada deste domingo, no bairro José de Anchieta, na Serra. De acordo com informação de testemunhas, Alessandro havia saído de um bar quando foi abordado por dois homens em uma moto. O carona do veículo abriu fogo. Ele […]

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Oprofessor de capoeira Alessandro Bolegnesi da Silva, 34 anos, foi assassinado ao sair de um bar, na madrugada deste domingo, no bairro José de Anchieta, na Serra.

De acordo com informação de testemunhas, Alessandro havia saído de um bar quando foi abordado por dois homens em uma moto. O carona do veículo abriu fogo. Ele foi atingido, inicialmente, por um disparo e saiu andando pela Avenida Palmeiras.

A dupla perseguiu o professor de capoeira e o atirador fez novos disparos contra ele, que caiu já sem vida na calçada.

A Policia Militar foi acionada. Uma equipe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da perícia foram ao local e fizeram os primeiros levantamentos sobre o crime. No corpo havia duas perfurações no peito e outras quatro na cabeça.

Familiares de Alessandro foram ao Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, na manhã de domingo, e fizeram o reconhecimento do corpo.

Alessandro morava sozinho em uma casa em José de Anchieta e passava por problemas financeiros, pois estava desempregado.

O caso será encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Serra, onde serão apuradas a autoria e motivação do crime. Quem tiver informações que possa colaborar com a polícia pode entrar em contato pelo telefone do Dique-denúncia 181 ou pela página da delegacia na internet.

Fonte: G 1 ES

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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