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Professora morta no massacre em Suzano defendia o porte de livros

Marilena Ferreira Umezu, 59 anos, a professora de filosofia e coordenadora pedagógica da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, deixou nos corações e mentes de seus alunos, conforme inúmeros relatos, o amor aos livros e ao conhecimento.Continua depois da publicidade Em sua página no Facebook, em 19 de janeiro passado, […]

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Marilena Ferreira Umezu, 59 anos, a professora de filosofia e coordenadora pedagógica da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, deixou nos corações e mentes de seus alunos, conforme inúmeros relatos, o amor aos livros e ao conhecimento.Continua depois da publicidade

Em sua página no Facebook, em 19 de janeiro passado, houve o registro do que ela defendia.  “Somos a favor do porte de livros, pois a melhor arma para salvar o cidadão é a educação”. 

Na noite dessa quarta-feira (13), no entanto, dia do massacre, do qual ela foi a primeira a ser baleada e morta, o perfil da professora passou a não ser mais vizulaizado pelo público. Apesar disso, esse post circula na internet.

Marilena era descrita por seus alunos como uma das professoras mais queridas. Também conforme os depoimentos, esse reconhecimento, aliado à boa convivência com os colegas e seu conhecimento profissional, a promoveu ao cargo de coordenadora pedagógica da escola onde ela acabou sendo morta.

Mineira de Ubá

Marilena Ferreira Umezu nasceu em Ubá, município da Zona da Mata de Minas Gerais. A prefeitura da cidade confirmou na noite dessa quarta-feira (13), que a mãe e irmãos da professora, moradores da cidade, seriam levados, ainda ontem, à cidade paulista por uma van da prefeitura. O corpo de Marilena é velado, na manhã desta quinta-feira, no município paulistano, onde também será enterrado hoje.

A prefeitura de Ubá divulgou nota, na noite dessa quarta-feira (13), assinada pelo prefeito Edson Teixeira Filho:

“A comunidade ubaense se associa à dor de todos os que, num misto de perplexidade e solidariedade humana, foram atingidos direta e indiretamente pela tragédia ocorrida na manhã de hoje na Escola Pública Raul Brasil, em Suzano-SP.

Ainda abalados com o impacto desse triste episódio, chega-nos a notícia que Marilena Ferreira Vieira Umezu, coordenadora pedagógica da escola e vítima no atentado, era oriunda de nossa cidade, onde ainda residem parentes próximos seus, a quem a Prefeitura se coloca à disposição para a ajuda necessária nesse momento de tamanha dor.”

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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