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Protestos se intensificam em Hong Kong após meses de agitações

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Agência Brasil

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Reprodução/Twitter Michael Zhang

Protesto em Hong Kong vem sendo reprimidos pela polícia

Protestos em grande escala ocorreram novamente em Hong Kong  neste domingo (1). A população dava as boas vindas à legislação americana que apoia os direitos humanos e a democracia. A polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.

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Os manifestantes também fizeram uma marcha exigindo que o governo de Hong Kong aceite suas reivindicações, que incluem a introdução de voto direto para a escolha do chefe do Executivo do território. Os organizadores disseram que 380 mil pessoas participaram da marcha.

À tarde, a polícia disparou gás lacrimogêneo contra os manifestantes, alegando que alguns deles atiraram tijolos.

A mídia de Hong Kong relatou que alguns dos manifestantes jogaram coquetéis Molotov e vandalizaram restaurantes que acreditavam ser a favor de Pequim.

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Em meio à crescente frustação, um grupo pro-democracia pretende realizar grande manifestação no próximo domingo (8), com participação prevista de cerca de 1 milhão de pessoas.

Fonte: IG Mundo

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Presidente minimiza aumento de feminicídios no México

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homem estende a mão para mulher, que tampa o rosto com as mãos
Agência Brasil

Desde o início do ano, 987 mulheres foram assassinadas, mas pouco mais de 300 dos casos são considerados pelo governo como feminicídios


Desde que a pandemia do novo coronavírus atingiu o México, em abril, o número de casos de feminicídios e denúncias motivadas pelo crime cresceram. No entanto, Andrés Manuel López Obrador, presidente do país, minimizou os números e disse que ligações emergenciais são trotes.

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Obrador colocou a culpa no regime de governo antecessor ao seu, que se declarava como neoliberal. Segundo o atual presidente, o neoliberalismo instiga a “vitimização” da sociedade mexicana.

“Vou te dar outro fato, que não significa que a violência contra a mulher não exista. Não quero que você me interprete de forma errada. Noventa por cento das chamadas que servem de base para vocês são falsas, isso foi comprovado”, o presidente informou aos jornalistas sobre ligações que denunciam violência contra mulher.

“Não é que as ligações sejam falsas. É que elas não são seguidas por uma investigação completa, então, são consideradas incompletas”, justificou ainda Maria Salguero, que criou um mapa de feminicídio no país. Segundo ela, o maior conflito é que os casos de violência não pararam de acontecer durante a pandemia .

Em março, o governo afirma que recebeu 26.171 ligações que denunciavam violência contra mulheres . Em abril, o número foi de 21.722; no mesmo mês o país registrou 267 mortes por feminicídio. Nem todos os chamados, geralmente realizados por vizinhos da vítima, são atendidos pela polícia.

Desde o início deste ano, o México teve 987 mulheres e garotas assassinadas, mas apenas 308 das mortes são consideradas como feminicídios. A razão disso seria por conta do próprio governo, que registra menores números de mortes causadas pelo crime.

Até aqui, 987 mulheres e garotas foram assassinadas nos quatro primeiros meses de 2020. 308 destes casos foram considerados feminicídios . Mas, para o governo, o número é menor.

Fonte: IG Mundo

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