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Que coisa feia, vovó! Furtar celular em loja e ser filmada

Uma idosa furtou um celular de dentro de uma loja de eletrônicos em Santos, no litoral de São Paulo. Câmeras de monitoramento flagraram a ação. Segundo testemunhas, a suspeita, que ficou conhecida como ‘Vovó do Crime’ foi identificado como autora de outros assaltos em comércios da região. O fato ocorreu em um comércio na Rua […]

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Uma idosa furtou um celular de dentro de uma loja de eletrônicos em Santos, no litoral de São Paulo. Câmeras de monitoramento flagraram a ação. Segundo testemunhas, a suspeita, que ficou conhecida como ‘Vovó do Crime’ foi identificado como autora de outros assaltos em comércios da região.

O fato ocorreu em um comércio na Rua Carvalho de Mendonça, no bairro Vila Belmiro, e as imagens foram obtidas pelo G1 na manhã deste sábado (9). Conforme o dono do local, Leandro Lemes de Souza, de 34 anos, a suspeita passava pela rua quando viu a loja e resolveu entrar.

Segundo o dono do comércio, o crime ocorreu às 11h, mas o funcionário só percebeu que o celular havia sido furtado no fim da tarde. Ao olhar os vídeos da câmera de monitoramento, eles viram que a idosa tinha sido a responsável pelo furto. Testemunhas afirmam que ela já praticou o crime em diversas lojas da Zona Noroeste, em Santos, e em comércios do Centro de São Vicente.

Por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que a Polícia Civil investiga os fatos para a identificação da autora, após a análise de imagens divulgadas nas redes sociais. “Até o momento, nenhuma vítima compareceu à delegacia para registrar qualquer ocorrência nesse sentido”, declarou a pasta.

“Ela parou do lado da vitrine de produtos e, quando viu que o celular estava lá, utilizou uma sacola para tampar a mão com a qual furtava o smartphone do meu funcionário”, relata. De acordo com Souza, para disfarçar, a idosa falou que gostaria de comprar um fone de ouvido e questionou os valores. “Ela pediu que o atendente fizesse a conta de quanto ficaria o fone caso parcelasse em duas vezes. Calculamos o valor com desconto e ela falou que retornaria para comprar”, acrescenta

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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