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Economia

Receita pode suspender emissão de CPF e restituição do IR

Sem recursos por conta dos cortes de orçamento que vêm sendo feitos desde o início do ano, a Receita Federal terá de desligar todos os seus sistemas informatizados a partir do dia 25 de agosto. De acordo com fontes, já circula um aviso interno entre as áreas do órgão informando que, se não forem liberadas […]

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Sem recursos por conta dos cortes de orçamento que vêm sendo feitos desde o início do ano, a Receita Federal terá de desligar todos os seus sistemas informatizados a partir do dia 25 de agosto.

De acordo com fontes, já circula um aviso interno entre as áreas do órgão informando que, se não forem liberadas mais verbas do orçamento, os sistemas responsáveis por emissão de CPF e processamento de restituições de Imposto de Renda serão desligados, entre outros.

Arrecadação de tributos, emissões de certidões negativas, controle aduaneiro e operações de comércio exterior também serão afetados, assim como o envio de cartas de cobrança aos devedores do fisco e a disponibilização de recursos aos Fundos de participação de Estados e municípios.

A Receita precisa de pelo menos R$ 300 milhões para manter os sistemas funcionando até o fim do ano. O órgão teve contingenciado 30% de seu orçamento de 2019, de cerca de R$ 3 bilhões.Neste ano, o governo contingenciou mais de R$ 31 bilhões do Orçamento por causa da frustração de arrecadação, resultado da economia mais fraca. A Junta Orçamentária pediu um plano de contingência para os ministérios porque a maioria começará a apresentar problemas a partir de setembro ou outubro em decorrrência da falta de recursos.

O Banco Central, que também já vem tendo suas rotinas afetadas por cortes de custos, sofrerá em 2020 mais um corte de R$ 20 milhões em suas despesas discricionárias. O recado foi dado em reuniões internas e comunicado aos funcionários.

Em 2019, o contingenciamento já vem sendo feito. A Lei Orçamentária Anual (LOA) previa para o BC um orçamento de R$ 289,7 milhões em despesas discricionárias, valor que foi reduzido para R$ 209,6 milhões, e o BC vinha pedindo a recomposição de parte dos recursos. A situação ficará ainda pior com a ida do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para a autoridade orçamentária, o que, segundo fontes, demandará mais recursos.

No dia 8 de agosto, os servidores da autarquia foram surpreendidos por um e-mail em nome da diretora de Administração, Carolina Barros, anunciando que “novos cortes precisarão ser feitos nas despesas do banco para adequá-las aos limites orçamentários informados pelo ME”.

No mesmo e-mail, a diretora lembra que contratos de secretariado, transporte, energia elétrica, água, manutenção predial, segurança, apoio e limpeza já tinham sido ajustados em função dos dois contingenciamentos deste ano, em abril e maio.

O resultado foi a demissão de 200 terceirizados em Brasília e nas regionais do BC e a paralisação de 34 projetos corporativos. Na área de comunicação, foi suspensa a produção de impressos e o serviço de transmissão de vídeo pela internet foi restringido somente à divulgação de relatórios de inflação e de estabilidade bancária, relacionados à comunicação da autoridade monetária.

O esforço levou a um corte de aproximadamente 10% das despesas do BC, em torno de R$ 28 milhões, economia insuficiente para atender o contingenciamento.
“Haverá ainda demissões dos prestadores de serviços de comunicação e estão também previstos cortes em contratos de estágio a partir de outubro, caso não haja nova recomposição orçamentária até setembro”, esclareceu a diretora por meio do e-mail corporativo da autoridade monetária.

Consultado pela reportagem, o BC esclareceu que os ajustes objetivam o cumprimento da legislação orçamentária, mas preservam os serviços prestados à sociedade.

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Economia: iluminação de LED diminui os custos de energia elétrica em até 32% do valor total da fatura

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Empresa brasileira de luminárias de LED aponta crescimento de 25% na busca por esse tipo de iluminação - Foto: Ilustração
O Brasil vem sofrendo com preços altos da energia elétrica há muito tempo. Somente em 2021, até o mês de agosto, houve três aumentos. Em outubro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o aumento de mais 16% para quase 8 milhões de consumidores do Distrito Federal, Goiás e São Paulo. E não acaba por aí, durante o mês de novembro, a Aneel já estimou outro crescimento de 21,04% em 2022.
Diante de situações como essa, muitas famílias e até mesmo empresas e comércios vêm buscando por opções mais econômicas para diminuir os custos, entre suas escolhas está o uso de luminárias de LED.

Segundo Castellane Ferreira, da ONNO LED, divisão de negócio de soluções de iluminação da Varixx, somente neste ano a procura por esse tipo de iluminação cresceu 25%, e a expectativa é que esse aumento seja de 35% em 2022.

“As pessoas estão cada vez mais buscando alternativas que consigam suportar suas necessidades com custos mais baixos. Apesar de o investimento ser maior, além da economia, a durabilidade também é superior, fazendo com que o LED se torne a opção mais viável tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas”, afirma Castellane Ferreira, Engenheiro e Diretor da ONNO LED.

A economia com iluminação usando o LED é acima de 78%, em comparação com outras categorias de iluminação, segundo a Onno. Na indústria, os custos com iluminação variam de 20% a 40% do total de energia elétrica consumida, dependendo do segmento de atuação. Assim, ao escolher a iluminação LED a redução de custo com energia elétrica pode chegar na casa de 32% em relação ao valor total da fatura. A luz não esquenta o ambiente ao qual está instalado, em comparação aos outros tipos de lâmpadas menos eficientes, e por ter maior eficiência luminosa, gera mais brilho com menos energia.

Ferreira ainda afirma que esse modelo é sustentável, sendo livre de metais pesados poluentes, como mercúrio e chumbo, e 98% dos materiais são recicláveis.

“Nos últimos anos conseguimos analisar que o LED de fato vem ganhando ainda mais força. Acredito que, além do que já foi citado, outro ponto que faz toda a diferença é a segurança que ele traz, já que são produtos que não esquentam e nem emitem radiação infravermelho e ultravioleta”, conta.

Por fim, ele ainda finaliza dizendo que existem diversas cores disponíveis em temperaturas de cor fria, neutra ou quente que podem ser combinadas para criar diferentes ambientes. Segundo o executivo, a marca já conta com mais de 2 mil clientes, de arquitetos renomados a grandes empresas, e vem investindo pesado em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, incluindo a construção de uma nova fábrica para projetos avançados de iluminação sustentável e agricultura do futuro usando LED.

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