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Reestruturação de laboratório em escola de Viana potencializa aulas práticas e dinâmicas

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Os recursos financeiros do Programa Estadual de Gestão Financeira Escolar (Progefe) garantiram a reestruturação do laboratório de Ciências da Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Irmã Dulce Lopes Ponte, localizada em Viana. Isso permitiu que os professores da área de Ciências da Natureza promovessem aulas mais dinâmicas e interativas.

Para a professora Vanessa da Penha Gomes Salarolli, os investimentos no laboratório possibilitam a realização de atividades práticas com maior nível de interesse e estímulo para os educandos. “O espaço do laboratório torna a aprendizagem mais dinâmica e significativa, estimulando a construção do conhecimento e o desenvolvimento de competências. Ao aplicar investimentos no laboratório, é possível contribuir de maneira significativa para uma prática docente e estimuladora entre professores e alunos envolvidos nesse processo de ensino e aprendizagem”, disse.

“Atividades experimentais potencializam o processo de aprendizagem do aluno, pois criam a oportunidade de um aprendizado, na prática, em relação a determinados fenômenos e processos estudados de forma teórica”, ressaltou o professor Douglas Mark Lopes da Silva.

Progefe

O Programa Estadual de Gestão Financeira Escolar (Progefe) foi instituído pela Secretaria da Educação (Sedu), por meio da Portaria nº 126-R, de 26 de outubro de 2020, com a prerrogativa de autonomia de gestão financeira concedidas às escolas públicas estaduais. O objetivo é garantir o funcionamento e a melhoria do padrão de qualidade da Educação.

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Competências do mercado financeiro vão alavancar agronegócio no Estado

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A experiência do mercado financeiro de grandes empresas será utilizada para alavancar o agronegócio no Estado. Tendo essa máxima como base, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-ES) lançou nesta sexta-feira (24) seu mais novo programa: o Ibef Agro. Reunindo mais de 100 participantes, entre autoridades, investidores e agricultores, o encontro aconteceu no auditório do Sicoob Leste Capixaba, em Linhares.

O presidente do Ibef-ES, Paulo Wanick, abriu a cerimônia explicando um pouco do trabalho da instituição. “O instituto trabalha com três grandes eixos: produção de conteúdo qualificado, desenvolvimento profissional e relacionamento com o mercado e reconhecimento. Neste sentido, os programas estruturados: Ibef Academy, CFO Connection, University, Social e agora o Agro são formatados para tangibilizar essas entregas. Além disso, temos os Comitês Qualificados de Conteúdo (CQCs), espécie de linha de produção operacional do IBEF na construção desses conteúdos qualificados. Esses programas qsão a nossa base para o desenvolvimento técnico-profissional sustentável, cada um em suas áreas de atuação”.

O diretor do Ibef Agro ES, Flávio Gianordoli, explicou que a instituição vai levar toda a expertise do mercado financeiro para o agronegócio. “O Estado e o País são dependentes do agro e o Ibef com todo o seu know how vai contribuir para desenvolver ainda mais o agronegócio, através de programas exclusivos, fazendo conexões, atuando de perto para que o setor cresça ainda mais”.

O diretor do Ibef Agro Campinas e diretor da Deloitte, Adilson Martins, apresentou a experiência do programa em São Paulo. “Cresci no agro e ter uma oportunidade dessa é um orgulho. O Ibef Agro Campinas foi criado para contribuir com o desenvolvimento empresarial do agro, promovendo qualificação profissional. Em Campinas temos o programa de coach, buscamos aproximação com meio acadêmico, fazemos parcerias estratégicas com hubs de inovação e vamos realizar eventos”.

Painel

O painel “Tecnologias digitais, agtechs e a nova onda de inovação e investimentos no campo brasileiro” contou com a participação de Mariana Caetano, head de Agronegócio da KPTL e Octaciano Neto, head de Agronegócio da EloGroup, com mediação de Vitor Alves, da NA Agropecuária.

Mariana apresentou alguns pontos importantes para o segmento. “Nós ainda estamos caminhando para melhorar nossa forma de comunicar o que somos e fazemos. Precisamos demonstrar que o agro brasileiro é imbatível. Além disso, hoje, quem manda é o consumidor, o que ele pede a gente tem de entender e se adaptar”.

Já Octaciano frisou que no agro quem deu certo foram aqueles que usaram a mecanização, a química e a biologia. “O futuro do agro agora, depende da combinação do velho paradigma, que une biologia, química e mecanização, com digitalização, agenda ESG e mercado de capitais”.

A coordenadora do Ibef Agro, Julia Bastos, destacou que o programa vai levar o conhecimento das indústrias para as lideranças do agro capixaba. “Vamos promover um circuito de imersão em finanças no agro. Serão seis módulos a serem completados em 24hs, tendo aulas de 2hs no máximo e com 20 pessoas em cada turma. O workshop será de curta duração e será 100% online. Vamos tratar sobre mercado de capitais, digitalização e agtechs e ESG voltados para o agro”.

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