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Registrado 1º caso de criança contaminada por bactéria fora de creche em Vila Velha

Um menino de dois anos é 1ª vítima infectada pela bactéria E. Coli fora da creche particular, em Vila Velha, foco de investigação por surto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele é filho de uma professora da creche (que se infectou e provavelmente o contaminou) e está internado desde o dia 31 de março. Além dos […]

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Um menino de dois anos é 1ª vítima infectada pela bactéria E. Coli fora da creche particular, em Vila Velha, foco de investigação por surto.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele é filho de uma professora da creche (que se infectou e provavelmente o contaminou) e está internado desde o dia 31 de março. Além dos dois, um bebê de sete meses também é vítima da bactéria.

Com isso, chegou a 17 o número de pessoas infectadas. Desse total, cinco cinco crianças estão hospitalizadas em hospitais particulares (duas em Vila Velha, duas em Vitória e uma na Serra). Um menino, de dois anos, morreu no dia 27 de março.

De acordo com o Secretário Municipal de Saúde, Jarbas Ribeiro de Assis Junior, a professora lecionava para uma da crianças infectadas. “É muito provável que ela tenha contaminado o filho, que está internado desde o dia 31. A professora apresentou sintomas mais leves, como todos os outros adultos infectados, e não foi hospitalizada”.

A diretora da Vigilância Sanitária de Vila Velha, Flávia Costa , ressalta a importância da higiene para evitar casos desse tipo. “É necessário que todos que entrem em contato com as crianças façam a higiene das mãos, antes e depois de manipular secreções”, disse Flávia.

Origem

Ainda não há confirmação da relação da bactéria presente na produção de cerveja, que foi descoberta nos fundos da escola e fechada pelos investigadores, com o grupo de bactérias encontrado na água do chafariz, onde as crianças brincavam. Sabe-se apenas que a bactéria encontrada na cervejaria é a mesma presente nos exames feitos em crianças internadas.

O Secretário Municipal de Saúde disse que é possível a existência de outros focos da bactéria nas dependências da creche. “Estamos há um resultado de comprovar que a bactéria poderia estar presente em outros locais. O Conselho Regional de Química entrou nas investigações para determinar a principal forma de erradicar a bactéria e fazer com que, no futuro, a creche possa voltar às atividades de maneira segura”, explicou.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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