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“Rejeição amorosa” pode ter motivado ataque em escola de Minas Gerais

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Reprodução

ATENÇÃO IMAGENS GRÁFICAS AGRESSIVAS IMPACTANTES

Uma rejeição amorosa pode ter causado o ataque a tiros cometido por um aluno da Escola Estadual Orlando Tavares, na cidade de Caraí, interior de Minas Gerais, na manhã desta quinta-feira (7).

À imprensa, o coronel Marinho, responsável pela investigação do caso, afirmou que o jovem foi “desprezado” por duas meninas da escola . “Duas estudantes da escola se negaram a ter um relacionamento com o suspeito, a namorar com ele. E essa teria sido a motivação para o crime”, disse.

Apesar dessa suspeita, o oficial disse que o adolescente se recusou a comentar sobre o que teria motivado o crime . Após a polícia detê-lo, o padrasto dele, de 80 anos foi preso por omissão de cautela. Ele era dono da arma do modelo garrucha utilizada pelo adolescente.

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As duas pessoas encaminhadas ao hospital eram estudantes. Um deles levou um tiro de raspão no pescoço na hora em que ajudava a professora a fechar a porta e impedir que o adolescente entrasse no local. A polícia ainda não sabe se o outro aluno foi atingido por um tiro ou por golpes do facão que também era levado pelo estudante.

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Ataque à escola

O aluno, que não teve identidade revelada pela polícia , entrou na escola por volta das 8h desta quinta-feira munido de uma garrucha com dois canos, um facão e um simulacro de pistola. Ele faltou à aula e pulou o muro da instituição para entrar no local.

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Redes sociais / Reprodução

Imagens da sala de aula após aluno ser baleado foram divulgadas nas redes sociais

Segundo testemunhas, o jovem tentou entrar em uma sala de aula com a arma, mas foi impedido por uma professora que segurou a porta com ajuda de alunos. Nesse momento, ele disparou contra a porta e atirou a esmo nos corredores da instituição. Dois alunos da escola foram socorridos e estão em estado estável. O aluno atirador foi preso tentando fugir.

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‘Onde está o presidente? Onde está o governador?’, desabafa tia de Ketellen

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Arquivo da família

Ketellen foi atingida por bala perdida durante tiroteio

Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes, de 5 anos, foi levada da capela até a sepultura, na tarde desta quinta-feira (14), no Cemitério do Murundu, em Realengo. Cerca de cem pessoas acompanharam o cortejo, embaixo de chuva, ao som de uma música que pedia “acalma o meu coração”.

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Pai de Ketellen , Augusto Alves de Oliveira carregou o caixão da menina. Amparada, a mãe da criança usava uma camiseta com uma foto da filha e os dizeres: “Keke, nós te amamos”. Pouco antes do cortejo, uma tia de Ketellen desabafou sobre a insegurança e a violência que tirou a vida da sobrinha: “Onde está o presidente? Onde está o governador?”

Nesta terça-feira, Ketellen seguia para Escola Municipal Stella Guerra Duval acompanhada com a mãe quando foi atingida na perna durante um tiroteio na Rua Paula Neri, na localidade conhecida como Praça da Cohab. De acordo com a polícia, criminosos passaram em um carro e efetuaram disparos contra Davi Gabriel Martins do Nascimento, de 17 anos, que se encontrava no local, tinha envolvimento com o tráfico de drogas e era o alvo dos bandidos.

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A tia-avó da menina contou que a criança, ao ser ferida, pediu à mãe que não chorasse. Ketellen é a sexta criança morta com bala perdida em 2019. Além dela, morreram da mesma forma Ágatha Félix, de 8 anos (vítima de uma bala perdida no Alemão), Kauê dos Santos, de 12 anos (baleado durante operação policial no Chapadão), Kauê Rozário, de 11 anos (atingido por bala perdida na Vila Aliança), Kauan Peixoto, de 12 anos (morto durante um confronto entre policiais e bandido na favela da Chatuba, em Mesquita) e Jenifer Gomes, de 11 anos (baleada em Triagem).

Até setembro, a polícia não havia identificado a autoria de nenhum dos casos citados.

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