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Saúde

Repelente eletrônico sonoro funciona mesmo? Pode fazer mal? Tire suas dúvidas

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O verão está aí e, além de dias de calor, há momentos de chuva, combinação perfeita para aparecem mosquistos e outros insetos em casa . Com esse cenário, um produto ganha força no mercado: o repelente eletrônico, aquele que espanta os animais pelo som. 

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Reprodução/Pinterest/Promotop

Repelente eletrônico Zen, indicado pela médica Maria Paula Del Nero

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Esse tipo de repelente eletrônico , como explica o médico dermatologista Abdo Salomão, emite ondas ultrassônicas que vibram em uma frequência que gera incômodo para os insetos. Com isso, eles não se aproximam do ambiente. 

Há quem ainda desconfie dele e pense que animais ou crianças possam ouvir algo ou se sentir incomodado, mas Salomão descarta essas posibilidades. “Nós não ouvimos essa frequência”, ressalta. 

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Ele também é ligado na tomada e segue o mesmo princípio do repelete eletrônico que usa pastilha ou um fármaco. No caso dos repelentes que utilizam pastilhas, enquanto o cheiro é nocivo para os insetos, os humanos não conseguem sentir nada e nem são afetados por ele. E o mesmo acontece em relação aos repelentes sonoros, pois podemos estar em silêncio e não escutar nada, mas os insetos estão ouvindo um barulho insuportável.

Repelente eletrônico x repelente tradicional

O repelente sonoro pode ser uma boa opção, pois, como não usa nenhuma substância, não há o risco de provocar alergias. É o que ressalta a dermatologista Maria Paula Del Nero.

Além disso, eles não matam os insetos como os inseticidas, apenas os mantêm afastados, o que é outro ponto positivo, já que não será necessário retirar animais mortos do ambiente. 

E funciona mesmo?

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Reprodução/Pinterest/Mobly

Os repelentes eletrônicos não são tão caros e podem ser usados por pessoas alérgicas aos repelentes tradicionais

Ainda assim, há quem se pergunte se o aparelho está funciona de fato, afinal, não é preciso colocar nenhuma substância e não há cheiro nem nada. Só uma luz que indica que o item está ligado.  Para acabar com a desconfiança, o primeiro passo é escolher o melhor produto. 

“Existem produtos sem aprovação da ANVISA, que não possuem segurança garantida. Quando o produto tem aprovação da ANVISA, ele passou por testes que comprovam sua segurança”, lembra Salomão. 

Além disso, é preciso escolher o tipo certo de repelente eletrônico de acordo com o animal que quer espantar. Geralmente, os que são voltados apenas para os insetos são menores, enquanto os que afastam roedores precisam de um transmissor externo. De nada adianta um repelente de tomada mais simples se a ideia é se livrar de ratos, por exemplo. 

Vale o custo benefício?

Um repelente sonoro não é tão barato quanto outros, mas podem ser uma opção pela duração, já que não precisam de reposição de pastilhas ou algo no sentido. De acordo com Maria Paula, os repelentes Kawoa e Zen custam em torno de R$ 20 a R$ 30 e já são bem populares e fáceis de achar.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Carnaval pode aumentar risco de contágio por sarampo, alertam especialistas

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RIO — A segunda quinzena de fevereiro mal começou e o Rio pode, em breve, ultrapassar o número de registros de sarampo visto no ano passado inteiro. Em 2019, a cidade confirmou 98 ocorrências da enfermidade. Nas primeiras sete semanas de 2020, foram 64. Um novo desafio está adiante — o carnaval. Especialistas temem que o contato entre foliões contribua para a disseminação do vírus.

Leia mais: Sarampo em adultos também traz riscos à saúde

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Risco de contágio do sarampo pode aumentar devido o contato entre foliões

Segundo Roberto Medronho, professor titular de Epidemiologia da UFRJ, o vírus do sarampo pode ser transmitido por gotículas “no meio do bloco, na escola de samba”.

— O período de maior transmissão do vírus é um pouco antes e um pouco depois da apresentação dos sintomas. Um indivíduo que se sente muito bem e está no período de incubação vai infectar várias pessoas, mesmo antes de adoecer — alerta.

O sarampo é conhecido pelo seu alto grau de contágio , cinco vezes maior do que o do coronavírus, já diagnosticado em mais de 60 mil pessoas, mas nenhuma no Brasil.

Fonte: IG SAÚDE

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