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Repórter é surpreendido por tiroteio durante transmissão ao vivo; veja vídeo

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Repórter é surpreendido com barulho de tiros

Repórter é surpreendido com barulho de tiros – Reprodução/Twitter

O repórter Philip Crowther, que trabalha como correspondente da Associated Press GMS nos Estados Unidos, levou um susto e tanto ao vivo. Ele estava em Minneapolis registrando as homenagens após um ano da morte de George Floyd durante uma abordagem policial quando foi surpreendido por um tiroteio.

Philip estava em uma transmissão ao vivo quando começou o barulho de tiros. As pessoas na rua começaram a correr e se jogar no chão para fugir de possíveis balas perdidas. O repórter fez a mesma coisa e pediu desculpas para o público. “O som se parece com tiros. Eu não sei o que é isso. Parecem com tiros”, disse.

No vídeo publicado pelo jornalista nas redes sociais, os tiros param por alguns segundos e voltam. O repórter falou no Twitter que ele e outras pessoas que estavam por lá contaram cerca de duas dúzias de disparos. Ele também viu uma janela em um prédio quebrando após ser atingida por uma bala.

Depois do susto, Philip brincou no Twitter que o que mais quer é encontrar um homem de blazer que aparece no vídeo. Ao invés de correr ou se jogar no chão como as outras pessoas, ele anda tranquilamente e observa o que estava acontecendo.

 

 

Fonte: IG GENTE

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Ponto de não retorno para aquecimento global teria sido superado

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Durante os 389 dias no mar, as equipes a bordo do quebra-gelo "Polarstern" coletaram muitas informações sobre a mudança climática - Foto: © Captura de tela

A temperatura global já teria superado um ponto não retorno. A advertência de um possível aquecimento irreversível do planeta foi feita nesta terça-feira (15) pelo cientista alemão que comandou a maior expedição enviada ao Ártico.

“Somente as observações que faremos nos próximos anos poderão nos indicar se ainda é possível salvar as geleiras do Ártico, presentes o ano todo graças a uma proteção do clima, ou se já superamos o ponto de não retorno”, disse Markus Rex. O cientista fez o balanço oito meses após o retorno da missão internacional de um ano no Polo Norte.

“O desaparecimento das geleiras durante o verão no Ártico é uma das primeiras bombas de um campo minado, um dos primeiros pontos de não retorno que atingimos com um aquecimento exagerado” (global), detalhou o alemão em uma entrevista coletiva em Berlim, ao lado da ministra da Educação e Pesquisa Anja Karliczek. “Podemos nos perguntar se já não estamos andando sobre esta mina e se já não ativamos o início da explosão”, completou o climatologista.

Ultrapassar o ponto irreversível acarretaria um “efeito dominó” com consequências catastróficas para o planeta, advertiu o cientista. Isso pode “agravar ainda mais o aquecimento com o desaparecimento da calota polar da Groenlândia ou o degelo de zonas amplas do permafrost [tipo de solo encontrado na região, constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados] do Ártico”.

“O epicentro do aquecimento global”

A maior expedição enviada ao Polo Norte, chamada MOSAIC, retornou à Alemanha em outubro de 2020. Na época, o chefe da missão alertou sobre a ameaça atual contra as camadas de gelo, que desaparecem a uma “velocidade dramática”.

As equipes ficaram 389 dias no mar, a bordo do quebra-gelo “Polarstern”. Elas coletaram muitas informações sobre as mudanças climáticas, principalmente nos meses em que o navio ficou à deriva no gelo do Polo Norte. O retrocesso das geleiras é considerado pelos cientistas o “epicentro do aquecimento global”, segundo Rex.

Fonte: RFI Brasil

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