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Rio de Janeiro tem mais 12 mortes e casos confirmados se aproximam de mil

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Agência Brasil

Mulher com máscara arrow-options
Wikimedia Commons/vperemen.

Covid-19 no Rio está espalhada por 30 municípios

O estado do Rio de Janeiro registrou 992 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e 41 mortes. Foi o maior salto da Covid-19 até agora, com mais 160 casos e 13 mortes desde o último levantamento. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta quinta-feira (2).

Os últimos casos fatais foram registrados na cidade do Rio, com 11 mortes, Volta Redonda, 1 morte, e Belford Roxo, 1 morte. A vítima mais nova foi um homem, de 50 anos, no Rio, e o mais velho também um homem, de 95 anos, também no Rio. A média de idade dos 13 mortos foi de 75 anos.

Leia também: Qualidade do ar no Rio melhora em quarentena contra Covid-19

Os casos de covid-19 confirmados estão distribuídos em 30 municípios. A maior parte está concentrada na capital, com 798 casos, seguida por Niterói, 63, Volta Redonda, 43, Petrópolis, 13, São Gonçalo, 10, Duque de Caxias, 9, Nova Iguaçu, 8, Itaboraí, 6, Belford Roxo, 3, Magé, 3, Maricá, 3, Rio das Ostras, 3, São João de Meriti, 3, Barra Mansa, 2, Resende, 2, e Rio Bonito, 2.

Os municípios de Angra dos Reis, Arraial do Cabo, Campos dos Goytacazes, Guapimirim, Itaguaí, Macaé, Mangaratiba, Mesquita, Miguel Pereira, Queimados, São Pedro da Aldeia, Seropédica, Teresópolis e Valença, registraram 1 caso cada. Mais 7 casos estão sendo investigados sobre a procedência.

Para mais informações, é possível ligar gratuitamente para o número 160 ou acessar www.coronavirus.rj.gov.br .

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Secretário de saúde diz que prescrições de hidroxicloroquina caíram em SP

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Uso da hidroxicloroquina no tratamento de Covid-19 ainda não possui eficácia compravada

Em coletiva de imprensa transmitida na tarde desta quinta-feira (4), o secretário de saúde do estado de São Paulo, José Henrique Germann, reconheceu que – apesar de a rede pública de saúde contar com estoque do medicamento – houve uma queda na prescrição e busca pela hidroxicloroquina , citado pelo Ministério da Saúde como possível tratamento contra a Covid-19.

“Temos cloroquina em estoque desde o primeiro decreto, pois recebemos do Ministério da Saúde . Ela pode ser usada, mas depende da prescrição do médico e do consentimento do paciente, e isso de fato vem diminuindo ao longo do tempo, seja pelo resultado ou pelos efeitos colaterais”, disse o secretário.

Leia mais: Lula diz que Bolsonaro devia “tomar sopa” de cloroquina e ser “impichado

O coordenador do centro de contingência do Covid-19 no estado e diretor do Instituto do Coração (INCOR) do Hospital da Clínicas, Carlos Carvalho, ainda acrescentou que “a hidroxicloroquina nunca fez parte da rotina de prescrição no nosso hospital ou no nosso sistema de saúde. Atualmento estão surgindo cada vez mais estudos sobre isso e os dados científicos continuam apontando para o não uso da hidroxicloroquina”.

A hidroxicloroquina ainda é a principal aposta do governo federal contra a nova doença. Alvo de polêmicas e discordância entre os ex-ministros da Saúde e o presidente da república, o medicamento já representa um investimento de R$ 652 mil apenas pela última encomenda de matéria-prima feita pelo laboratólio Químico e Farmacêutico do Exército, que pretende produzir mais 1,75 milhão de comprimidos para enfrentamento da pandemia.

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