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RJ: Acusados de chefiar grupo de extermínio da milícia são presos

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Adriano Oliveira Ferreira, o Inseto, de 45 anos, e Edson de Alcântara Vieira, o Kiko, de 47
Reprodução/Polícia Civil

Adriano Oliveira Ferreira, o Inseto, de 45 anos, e Edson de Alcântara Vieira, o Kiko, de 47

Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) prenderam na Baixada Fluminense, na manhã desta terça-feira, dia 30, Adriano Oliveira Ferreira, o Inseto, de 45 anos, e Edson de Alcântara Vieira, o Kiko, de 47. Os dois são suspeitos de integrar a milícia comandada por Danilo Dias Lima, o Tandera.

Segundo o delegado Marcus Amim, titular da DRE, os dois chefiam um grupo de matadores da milícia:

“Inseto e Kiko ocupam uma posição de destaque na organização criminosa capitaneado por Tandera, comandando um grupo de extermínio responsável pela maioria dos assassinatos de desafetos e rivais.”

Adriano foi preso num imóvel na Rua Jorge Bustamante, no bairro Bombas Guandu, Km 37, em Nova Iguaçu. Edson foi capturado numa casa na Rua das Açucenas, no bairro Prados Verdes, KM 32, na mesma cidade da Baixada Fluminense.

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Os dois foram levados para a sede da DRE na Cidade da Polícia e autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Viatura clonada

No último dia 22, agentes da especializada estouraram um sítio em Seropédica, também na Baixada, que seria usado por Tandera. O miliciano conseguiu fugir. No local, os policiais apreenderam uma falsa patrulha da Corregedoria da Polícia Civil.

O veículo seria usado pelo paramilitar para fazer deslocamentos entre a Baixada e a Zona Oeste do Rio. A viatura clonada tinha a inscrição CGPOL (Corregedoria Geral de Polícia Civil) e até o número do código de patrimônio da corporação (67-2373). A perfeição da clonagem chamou a atenção dos policiais. A escolha por um clone de carro da CGPOL seria para chamar ainda menos atenção da polícia.

Na ação, que contou apenas com oito policiais, três pessoas foram presas e duas armas apreendidas, uma delas uma pistola com um silenciador.

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Após reunião com prefeitura, médicos de SP mantêm greve na quarta

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Leitos UTI
Alex Ribeiro/Divulgação

Leitos UTI

Após se reunirem com o secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, na tarde de hoje (17), o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) decidiu manter a paralisação da categoria marcada para quarta-feira (19) .

Os médicos reivindicam uma solução para o desfalque das equipes de saúde no município, contratações nas unidades básicas de Saúde (UBS), garantia de infraestrutura e abastecimento de insumos e medicamentos.

“As nossas demandas com relação não só a contratação, mas a novas estruturas de saúde para dar conta da demanda espontânea também não foram atendidas. Não foi apresentado nenhum plano de contingência ou de reposição dos profissionais afastados. O que a gente observa é a truculência da gestão na reunião com os médicos, a falta de medidas efetivas”, disse o presidente do Simesp, Victor Dourado.

Segundo o sindicato, até o dia 6, 1.585 profissionais da saúde estavam afastados por covid-19 ou síndrome gripal. Uma semana depois, no dia 13, o número subiu em mais de 100%, totalizando 3.193 trabalhadores afastados.

“Após dois anos de pandemia, é assim que são tratados os profissionais da linha de frente que, contaminando-se cada dia mais, reivindicam tão somente melhores condições de trabalho e atendimento à população”, diz nota divulgada pela entidade.

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A Secretaria Municipal de Saúde informou que serão pagas, ainda em janeiro, 100% das horas extras relativas a 2021. Também anunciou que, a partir de agora, todas as horas extras e plantões extras serão pagos dentro da folha de pagamento do respectivo mês, inclusive para os servidores.

De acordo com a pasta, o secretário Edson Aparecido destacou que todas as organizações parceiras receberam autorização para contratação de 700 médicos e profissionais de enfermagem para atender ao aumento de demanda nas unidades de Atenção Básica, a critério das Coordenadorias Regionais de Saúde.

As organizações também foram autorizadas a comprar medicamentos e insumos de forma emergencial, caso a secretaria tenha alguma dificuldade pontual com seus processos de compras.

A secretária ressaltou ainda que, a fim de ampliar a capacidade de atendimento da rede básica de saúde, 33 Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e AMAs/UBSs Integradas tiveram o horário de funcionamento ampliado das 19h para as 22h, a partir de hoje e foram reservados 1.110 leitos exclusivamente para o tratamento de pacientes com covid-19.

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