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Salários de até R$ 8 mil em processo seletivo de Vila Velha

A Prefeitura Municipal de Vila Velha (PMVV) está com inscrições abertas para o processo seletivo simplificado 001/2019 com salários que vão de R$ 1.125 mil a R$ 8 mil. O processo estabelece normas para seleção e contratação temporária de profissionais na área da saúde e para cadastro de reserva, atendendo as necessidades da Secretaria Municipal […]

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A Prefeitura Municipal de Vila Velha (PMVV) está com inscrições abertas para o processo seletivo simplificado 001/2019 com salários que vão de R$ 1.125 mil a R$ 8 mil. O processo estabelece normas para seleção e contratação temporária de profissionais na área da saúde e para cadastro de reserva, atendendo as necessidades da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

Com inscrições abertas até o dia 10 de abril, o processo seletivo será por meio de avaliação de títulos e experiência profissional para atuação em diversos postos de trabalho da Semsa.

Inscrição online

A inscrição é gratuita e são realizadas unicamente de forma online, por meio do portal eletrônico da Prefeitura até às 23h entre os dias 19/03/2019 a 10/04/2019 no endereço. C

Em caso dúvidas, os candidatos podem entrar em contato com o RH/SEMSA pelo telefone 3388-4180.

Cargos

Analista Público de Gestão- Administrador- 40h

Analista Público de Gestão- Contador- 40h

Analista Público de Gestão- Direito- 40h

Arteterapeuta-30h

Engenheiro Sanitário-40h

Médco Ginecologista Obstetra Plantonista-20h

Médico Angiologista- 20h

Médico Clinico Geral- 20h

Médico Clinico Geral -40h

Médico Especialista em Medicina de Familia e Comunidade- 40h

Médico Ginecologista-20h

Médico Infectologista adulto – 20h

Médico Neurologista Adulto-20h

Médico Neurologista Pediatrico-20h

Médico Pediatra-20h

Médico Pneumologista Adulto- 20h

Médico Psiquiatra Adulto-20h

Médico Psiquiatra Infantil-20h

Médico Reumatologista-20h

Musicoterapeuta-30h

Técnico de Edificações-40h

Técnico de Informática- 40h

Técnico de Laboratório-40h

Técnico Esportivo- 30h

Terapeuta Ocupacional- 30h.

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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