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Santa Casa realiza cirurgia inédita para tratamento da doença de Parkinson

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A Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro mostrou, mais uma vez, sua importância para a população do Sul do Estado. O hospital realizou uma cirurgia inédita na região para o tratamento da doença de Parkinson.

O procedimento foi feito em uma paciente que há mais de 20 anos convive com a doença. O médico neurocirurgião da Santa Casa Diego Loureiro explicou que foi implantado um eletrodo cerebral profundo para estimular os núcleos relacionados à doença.

“Com isso, a gente consegue reduzir a necessidade dos medicamentos, evita os efeitos colaterais da medicação e ainda melhora a qualidade de vida para esse paciente”.

Loureiro reforçou que essa foi a primeira cirurgia realizada no Sul do Estado, o que coloca a Santa Casa entre os melhores hospitais do Brasil.

“Esse é um procedimento de alta complexidade. É o que tem de mais moderno no mercado para o tratamento da doença de Parkinson. E isso eleva o nível da neurocirurgia e da medicina na região”, pontuou.

Além disso, o médico explicou que essa cirurgia pode abrir portas para o tratamento de diversas outras patologias neurocirúrgicas. “Com isso, mostramos que também temos capacidade para resolver esses problemas aqui na Santa Casa”.

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Alunos da rede municipal de Cachoeiro voltam a ter aulas sem rodízio

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Outras medidas de prevenção contra Covid-19 seguem sendo adotadas - Foto: Márcia Leal

Foram retomadas, nesta quarta-feira (20), as aulas presenciais nas escolas da rede municipal de Cachoeiro, sem o sistema de rodízio de estudantes, medida que havia sido adotada como parte do protocolo de segurança contra a Covid-19.

O retorno às salas de aula sem revezamento foi celebrado por educadores, alunos e responsáveis. Na escola municipal Athayr Cagnin, no bairro Nossa Senhora de Fátima, a volta agradou Cleonice Marques Medeiros, avó de dois estudantes.

“Apesar de preocupada por causa da pandemia, confio bastante na segurança da escola, os profissionais estão trabalhando para isso. Os meus netos já estavam com saudade e, além disso, estudar em casa era difícil, pois eu não tinha tempo suficiente para ajudar e não somos capacitados como os professores. Em casa, também reforço as medidas de segurança e, até agora, está dando certo”, explica.

“Eu estava com saudade da aula presencial sem rodízio. É bom para rever os amigos e, também, para estudar, bem melhor que on-line. Acredito que os alunos vão colaborar também, respeitando as regras”, afirma a aluna Ana Clara Semeão Maia, de 13 anos.

Dulcinéia Peres, gestora da Athayr Cagnin, que atende alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental em tempo integral, afirma que a escola está seguindo todas as medidas de prevenção.

“Continuamos com o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento necessário neste retorno. Os pais e alunos aderiram bastante, estão satisfeitos com as aulas presenciais. Os responsáveis não precisam se preocupar, pois estamos fazendo o nosso trabalho, para garantir a segurança dos alunos e funcionários”, frisa.

O fim do revezamento foi autorizado pelo governo estadual, com a publicação da Portaria Conjunta Sedu/Sesa nº 07-R, de 06 de outubro.

Foram consideradas, para o retorno sem rodízio, a ampla cobertura vacinal contra a Covid-19 no estado – em especial, entre os trabalhadores da educação; a efetividade dos protocolos preventivos adotados; as condições de testagem em massa e as experiências consolidadas, em diversas nações, com o retorno seguro das atividades escolares em contextos de baixa transmissão da doença associada ao avanço da vacinação nos territórios.

Segue sendo obrigatório, para alunos e servidores, o uso de álcool em gel, máscaras e demais equipamentos de proteção individual. As unidades de ensino deverão priorizar atividades em áreas externas, com espaços amplos e arejados, além de garantir medidas que respondam às necessidades dos estudantes público-alvo da educação especial.

O distanciamento físico, nas salas de aula, será de 1,5 m² por criança, na educação infantil, e de 1,2 m² por estudante nos demais níveis de ensino.

“Estamos felizes com o retorno e mantendo todas as medidas de segurança necessárias no ambiente escolar. O contato entre professor e aluno e a interação pedagógica no retorno às aulas presenciais são essenciais para o desenvolvimento da aprendizagem dos nossos estudantes”, ressalta a secretária municipal de Educação, Cristina Lens.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Seme), os estudantes que tenham laudo médico, contraindicando a atividade presencial, estarão autorizados a continuar em aulas remotas.

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