conecte-se conosco


Economia

Sebrae lança programa Capital Empreendedor 2021 e inscrições estão abertas

Publicados

em

Startups e negócios inovadores que desejam se aproximar e negociar com investidores de risco podem se capacitar por meio do programa Capital Empreendedor, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O lançamento do ciclo 2021 será no próximo dia 11 de maio, em evento online, com transmissão ao vivo e gratuita para todos, a partir das 16h.  As inscrições para o evento de apresentação do programa estão abertas e podem ser feitas pelo link: capitalempreendedor2021.com.br.

“O evento é uma apresentação do que as startups e negócios inovadores podem esperar do Capital Empreendedor e também uma oportunidade para conhecer melhor sobre o programa, além de um primeiro contato com o mundo dos investimentos”, destaca o analista do Sebrae/ES, Carlos Perrin.

O evento contará com a participação do presidente do Sebrae, Carlos Melles, e do gerente de Capitalização e Serviços do Sebrae, Márcio Augusto. Na sequência, a CEO da startupLilu Serviços Pet, Aline Lefol, vai contar como foi a sua experiência com o Capital Empreendedor e como o programa alavancou os números da empresa. Em seguida, investidores convidados irão bater um papo sobre as expectativas para o investimento earlystage em startups. Neste painel estarão presentes os seguintes investidores: Franco Pontillo, da Domo Invest; João Kepler, da Bossa Nova Investimentos; Orlando Cintra, da BR Angels e Pedro Carneiro, da Ace.

Capital Empreendedor

O programa é dividido em diversas etapas, permitindo aos participantes entenderem a dinâmica do investimento de risco, ampliarem seu networking, identificarem o modelo de investimento mais adequado para o momento de sua startup, se aproximarem e negociarem com investidores de todos os estágios do capital.

De acordo com o analista do Sebrae/ES, Carlos Perrin, “o programa é importante para identificar, avaliar o estágio das empresas(startups) e desenvolvê-las por meio de mentorias e ao final as mais bem avaliadas vão para um Circuito de Investimento, onde poderão apresentar suas empresas para investidores. É uma grande oportunidade para as startups capixabas desenvolverem seus modelos de negócios e captarem recursos com Investidores e Fundos de Investimento”, ressalta.

Em 2020, a Neide Sellin, fundadora da startup Vixsystem, se inscreveu e foi selecionada pelo programa. De acordo com ela, o acesso facilitado a investidores fez toda diferença, assim como as mentorias iniciais. “As mentorias e a preparação para o pitch foram fundamentais para pensar no mercado de uma forma mais acelerada. Eu percebi através do Capital Empreendedor que estava no momento certo para lançamento do meu produto. Eu tive acesso aos maiores fundos de investimento do Brasil, eu não imaginava a quantidade de fundos que nós tínhamos e através do programa foi possível ter essa visualização e o mais importante foi muito rápido”, relata.

Resultados

O Capital Empreendedor tem o propósito de ajudar empreendedores a compreenderem a dinâmica do ecossistema de risco e a se prepararem para aproximação e negociação com investidores. Através de cinco etapas planejadas estrategicamente pelo Sebrae, os participantes concluem o programa aptos a apresentarem seus negócios para possíveis investidores.

No ciclo deste ano, o programa está dividido em lançamento, workshops de empreendedores, oficina de pitch, mentorias e circuitos de investimentos. A iniciativa já teve três edições, capacitando 497 empresas de todo país a se aproximarem e negociarem com investidores. Desse total, 85 startups, oriundas de 16 estados, receberam investimentos que somam R$ 52,9 milhões.

Comentários Facebook
Propaganda

Economia

Privatização da Eletrobras é a maior do país, diz ministério

Publicados

em


A Secretaria de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia publicou nota em que afirma que a aprovação da Medida Provisória 1.031/2021 pelo Congresso Nacional, que prevê a privatização da Eletrobras, “representa um momento histórico para o país e chega com 26 anos de atraso”. A primeira tentativa de privatização da empresa ocorreu em 1995.  
 
O texto base da MP, aprovada na Câmara na segunda-feira (21), prevê, entre outras medidas, a emissão de novas ações da Eletrobras, a serem vendidas no mercado sem a participação da empresa, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente pela União. A matéria segue, agora,  para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
 
Segundo a nota, o texto final aprovado pelo Legislativo traz “expressivas vantagens ao consumidor”, pois a operação pode representar cerca de R$ 100 bilhões aos cofres públicos e promover a reorganização do setor elétrico brasileiro por meio de benefícios como a “redução das garantias físicas das usinas renovadas e as obras de revitalização das bacias; além do direcionamento de mais de R$ 40 bilhões para a CDE [Conta de Desenvolvimento Energético] em benefício da modicidade tarifária de todos os consumidores”.

A estimativa do Ministério de Minas e Energia é de redução de 6,3% na tarifa de energia para por todos os brasileiros. “Em que pese esse número ainda tenha que ser revisado, a partir das alterações finais do texto, fica evidente que a redução tarifária será expressiva”, diz a nota.
 
Ainda de acordo com a nota, sobre o uso das termelétricas de base, considerada a “questão mais polêmica” levantada ao longo da tramitação da MP, os custos de para a construção de eventuais gasodutos estarão embutidos no valor do preço-teto do leilão. Conforme a nota, a proposta das térmicas reduz tarifa e traz segurança ao sistema.

“Esse valor compreende a operação completa: construção da térmica e eventual gasoduto; a contratação do bloco de gás possibilitará o deslocamento das termelétricas a óleo diesel, que custam três vezes o preço-teto proposto e são muito mais poluentes”, destaca.

Edição: Bruna Saniele

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana