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Segundo pedido de autorização ferroviária beneficia ES com 610 quilômetros de novos trilhos

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Imagem: Reprodução

Subiu para R$ 19 bilhões o total que o Espírito Santo pode receber em novas ferrovias a serem construídas por investidores privados via o sistema de autorização criado pelo Governo Federal. O Ministério da Infraestrutura (MInfra) recebeu nesta semana o segundo pedido que contempla o estado.

A Macro Desenvolvimento Ltda quer construir e operar uma nova linha férrea com 610 quilômetros de extensão, ligando os municípios de Presidente Kennedy, no Espírito Santo, aos mineiros Conceição do Mato Dentro e Sete Lagoas. O investimento é de R$ 14 bilhões.

Outro pedido já tinha sido formulado em 2 de setembro, durante a abertura do Setembro Ferroviário, mês dedicado pelo Governo Federal à expansão do transporte por trilhos no país. A Petrocity Portos S.A. idealizou um trecho de 420 km, entre São Mateus (ES) e Ipatinga (MG), no qual pretende investir R$ 5 bilhões. Trata-se de uma conexão da ferrovia até o futuro Terminal de Uso Privativo, a ser instalado pela Petrocity no porto capixaba, permitindo o transporte de grãos e cargas gerais. O MInfra analisa as três propostas.

Até o momento, o ministério já recebeu 13 pedidos de novas ferrovias, com 4,2 mil quilômetros de extensão e R$ 67 bilhões previstos em investimentos ao longo dos contratos.

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Sefaz realiza operação ‘Pedra Bruta’ e apreende 80 chapas de granito

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A Secretaria da Fazenda (Sefaz) realizou, nessa terça-feira (26), a operação Pedra Bruta, visando ao combate à sonegação e concorrência desleal no setor de rochas ornamentais. Durante a fiscalização foram apreendidas 80 chapas de granito e dois blocos que seriam transformados em chapas.

Segundo o auditor fiscal Eraldo Pontes Schayder, a operação foi realizada no município de Afonso Cláudio. “Os auditores fiscais, em parceria com a Polícia Militar e servidores da Prefeitura Municipal, estiveram em dois pontos estratégicos do município para fazer a fiscalização. É essencial que as equipes de auditoria façam esse trabalho de campo, como foi feito pela equipe especializada em rochas ornamentais. Podemos dizer que a operação foi um sucesso”, disse.

“Quando uma empresa não paga o mesmo imposto que as concorrentes ela acaba se beneficiando dessa situação. Essas fiscalizações que fizemos são, sobretudo, para combater a sonegação fiscal e reduzir a concorrência desleal”, acrescentou Schayder.

As empresas responsáveis pelas cargas foram autuadas em R$ 23 mil. Ainda na terça-feira o valor foi pago e as rochas foram liberadas.

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