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Sem saber que estava grávida, jovem dá à luz em banheiro e bebê cai no chão em Cachoeiro

Uma jovem de 18 anos foi pega de surpresa ao dar à luz na madrugada desta quinta-feira (28) em Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com a tia da garota, ela não sabia que estava grávida. A bebê nasceu no banheiro e acabou caindo de cabeça no chão. A tia contou que a jovem, que já […]

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Uma jovem de 18 anos foi pega de surpresa ao dar à luz na madrugada desta quinta-feira (28) em Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com a tia da garota, ela não sabia que estava grávida. A bebê nasceu no banheiro e acabou caindo de cabeça no chão.

A tia contou que a jovem, que já é mãe de uma menina de 1 ano e 11 meses, não percebeu em nenhum momento a gestação. “Por ela ser gordinha, pensamos que se tratava de algum cisto ou mioma, já que em nenhum momento ela disse ter sentido a bebê mexer. Da primeira filha ela também só descobriu aos 7 meses de gestação”, conta.

A jovem estava dormindo na casa de uma vizinha, no bairro Nova Brasília, onde faz companhia para a neta dela enquanto a mulher trabalha. Por volta de 1 hora da madrugada ela acordou sentindo forte dores e, pensando se tratar de cólica intestinal, foi até o banheiro. Após urinar, ela percebeu que a cabeça da bebê estava saindo. Desesperada, ela levantou da privada e a criança acabou caindo de cabeça no chão.

Ela conseguiu avisar a família, que acionou os bombeiros. “Ficamos cerca de 40 minutos segurando o bebê ainda preso ao cordão umbilical até a chegada do socorro. Ninguém imaginava que isso pudesse acontecer”, relata a tia.

A mãe e a criança foram levadas para o Hospital Evangélico de Cachoeiro, onde deverão ficar internadas por 48 horas, já que nenhum exame foi feito durante a gestação. A bebê está na Utin em observação para avaliar se não houve sequelas com a queda durante o parto.

A tia da jovem disse que a família foi pega de surpresa e teve que improvisar as roupinhas para a menina, chamada Laura. Qualquer doação de roupas e fraldas é bem-vinda. Informações podem ser obtidas pelo telefone (28)  99974-1666 Fonte: Aqui Notícias

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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