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Setembro Laranja: Unimed Sul prepara programação especial voltada para a segurança do paciente

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Nesta sexta-feira, 17, é comemorado o Dia Mundial da Segurança do Paciente. Para celebrar a data, a Unimed Sul Capixaba preparou uma vasta programação de palestras e ações durante todo o mês de setembro, voltados para o cuidado e a proteção dos pacientes. As palestras, que iniciaram no dia 9 e vão até 28 de setembro, são gratuitas e on-line pela plataforma Zoom, tendo como público-alvo colaboradores, cooperados e clientes.

O Dia Mundial de Segurança do Paciente foi instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, sendo escolhida a cor laranja para representar o tema. Neste ano, a data traz a temática “Cuidado Materno e Neonatal Seguro”, em prol da redução da mortalidade materna e neonatal e da garantia de direitos básicos para o parto e para o nascimento seguro no Brasil.

Na programação da Unimed Sul Capixaba, as palestras incluem temas como “Maternidade x Covid-19”; “Paciente Seguro”; “Foco para segurança do paciente durante o pré-natal”; “Cultura de Segurança do Paciente”; “Segurança do paciente recém-nascido”; “Implantação de um parto seguro”, além de um concurso de vídeo que premiará três colaboradores que fizerem vídeos de até 15 segundos,  abordando o tema “Cuidado Materno e Neonatal Seguro” e/ou “O cuidado seguro está em nossas mãos”. Como critérios para a escolha dos vencedores serão avaliadas a originalidade, criatividade e a relevância do conteúdo.

Durante o mês, o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) também realizará ações internas nas áreas assistenciais e administrativas.  De acordo com a diretora Técnica do Hospital Unimed em Cachoeiro de Itapemirim, Fabiana Coelho, o NSP tem papel fundamental no desenvolvimento da qualidade e da segurança em toda Unimed Sul, promovendo ações de prevenção, controle e mitigação de incidentes, além da integração dos setores, com a articulação dos processos de trabalho e das informações que impactam nos riscos ao paciente.

“A Unimed Sul vem desenvolvendo sistematicamente ações internas com o propósito de disseminação de normas e rotinas para a melhoria dos serviços prestados, tornando a assistência cada vez mais segura.  Considerado o mês da Segurança do Paciente, planejamos uma programação para envolvimento de nossos colaboradores e clientes, visando aumentar a conscientização sobre o tema, fortalecer a parceria entre pacientes e colaboradores, revisar protocolos e estimular a cultura de segurança e a gestão de riscos em toda organização”, afirma.

A diretora destaca que a cooperativa possui diferentes indicadores de segurança do paciente para verificar a efetividade dos resultados e desenvolve programas educativos para aprimorá-los, além de treinamentos que já qualificaram 824 colaboradores em segurança do paciente somente neste ano. “Um time de alta performance só alcança bons resultados quando todos os profissionais envolvidos na assistência conseguem ver a segurança do paciente como o foco principal”, completa.

Tecnologia na assistência à segurança do paciente

O uso de novas tecnologias vem proporcionando avanços nos serviços da Unimed Sul Capixaba e auxiliando a segurança na assistência. Segundo o diretor-presidente da cooperativa, Leandro Baptista, uma importante ferramenta implementada no Hospital Unimed foi a Robô Laura, uma inteligência artificial inédita no Estado, capaz de monitorar os pacientes e identificar aqueles com maior trajetória de risco, permitindo a intervenção precoce da equipe assistencial. “Esta tecnologia consegue agilizar processos para o tratamento e mediação, e analisar e entender as áreas operacionais e dados do hospital, auxiliando as equipes no gerenciamento de processos, tarefas e projetos”, afirma.

Na unidade, os prontuários também são todos eletrônicos e uma ferramenta de gestão de risco permite identificar os principais riscos no hospital. As equipes atuam com decisões baseadas em informações em tempo real e históricas, que são disponibilizadas pelo processo de Business Intelligence (BI), utilizando tecnologias para automação, tratamento e análise de dados. Para assegurar a segurança na aplicação das medicações, a checagem beira leito permite uma conferência eletrônica por meio de um código de barras presente na pulseira de identificação do paciente, que verifica e confirma a identificação do paciente e o medicamento a ser utilizado.

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Histórias inspiradoras marcam Dia do Médico

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Nesta segunda-feira (18) é o Dia do Médico e a Secretaria da Saúde (Sesa) apresenta algumas histórias inspiradoras de profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba, auxiliando no dia a dia de cuidados à população.

É o caso do cirurgião geral Rogerio Luiz da Silva, com extensão em coloproctologia, do Hospital Estadual de Urgência e Emergência “São Lucas” (HEUE), que atua na unidade há 32 anos. O médico chegou no hospital como estudante, no terceiro ano da faculdade de Medicina. Já vivenciou diferentes fases da unidade, inclusive, a mudança de local para o Hospital da Polícia Militar, durante o período de reforma do prédio.

“O hospital se confunde com a minha história. Mais da metade da minha vida foi passada aqui. A maior lição que aprendi foi o amor pelo hospital. Todo dia, a gente aprende alguma coisa diferente, é incrível. Decidi ser cirurgião no HEUE. A vivência enquanto estudante influenciou muito na minha decisão de ser cirurgião e essa mesma vivência é o que continua me provando como a escolha foi acertada”, disse o médico, de 56 anos.

Ele contou que o domínio da técnica e a atualização constante são muito importantes para o fazer na profissão de médico, mas sem jamais esquecer a arte de ouvir, de cuidar e de nutrir carinho pela história de cada paciente. “O mais importante é nunca perder o carinho pelo doente. É fazer o atendimento individualizado e entender a história de cada um. Em algumas situações, a gente precisa se impor um pouco mais, mas o carinho nunca pode deixar de existir. Somos seres humanos cuidando de outros seres humanos”, resumiu Silva.

Gratidão e realização pessoal

Esse é o sentimento que permeia a vida do médico Ary Célio de Oliveira, nos 37 anos de profissão. Referência da Área Técnica de Saúde da Mulher, da Sesa, o profissional pontuou que se sente realizado profissional e pessoalmente. Ele contou que desde criança tinha a aspiração de ser médico.

De uma família do interior, afirmou que foi um desafio vir para Vitória estudar Medicina na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e explicou que estar formado e executando a profissão é uma realização pessoal, profissional e familiar. “Hoje, sou casado com uma médica e meus três filhos todos são médicos”, comentou.

Para o profissional, ser médico também lhe proporciona o sentimento de gratidão e nobreza. “Nenhuma profissão é tão reconhecida por poder propiciar a recuperação da saúde das pessoas, que é o maior bem que a gente tem. Além disso, é um trabalho de várias mãos”, frisou Oliveira.

Desafios para conquistar o sonho da profissão

A admiração quase unânime por essa profissão é antiga, mas o que nem todos sabem é que para conquistar o tão sonhado diploma de medicina muitos jovens passam por grandes obstáculos. Foi assim com a médica neurologista do Hospital Estadual Central – Dr. Benício Tavares Pereira (HEC), Elida Bassetti.

“O sonho de fazer medicina foi desperto em mim muito precocemente. Sempre tive vontade de cuidar das pessoas doentes. Morava no interior de Santa Teresa, meu pai era comerciante e minha mãe do lar. Mesmo com toda simplicidade, eles me apoiaram a buscar meu sonho. Com 14 anos, mudei para Vitória para fazer o Ensino Médio e o vestibular”, lembrou.

Ela contou que a sensação de realização, ao ser aprovada no curso de medicina, foi inestimável: “Foi uma felicidade. Meus pais ficaram muito gratificados com essa conquista. Quando eu estava na metade da faculdade, meu pai começou a ter sintomas de Alzheimer e isso despertou em mim o desejo de entender mais sobre essa doença e conseguir ajudar meu pai e tantas outras pessoas. Foi quando resolvi fazer neurologia”, disse.

Elida Bassetti passou em primeiro lugar para a residência nessa especialidade no Sistema Único de Saúde de São Paulo (SUS-SP) e encarou os desafios de ficar longe da família. “Graças a Deus consegui conciliar e deu tudo certo. Hoje sou muito feliz e realizada na minha profissão. Tenho muito prazer em cuidar dos meus pacientes”, destacou, emocionada.

A médica é conhecida no Hospital Estadual Central por sua simpatia, competência e pela simplicidade, herdada do senhor Antônio, falecido em 2015, e da senhora Dalzira, pais dela.

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