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Política Nacional

STF condena Paulinho da Força a dez anos de prisão

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Paulinho da Força
Reprodução Twitter

Paulinho da Força é condenado a dez anos de prisão por esquema envolvendo o BNDES

O Supremo Tribunal Federal condenou o deputado federal e presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, a dez anos de prisão. A decisão foi pelos crimes de associação criminosa e lavagem de dinheiro. A decisão ainda cabe recurso.

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O deputado é acusado de desvio de dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico). Ele teria atuado favorecendo empresas.

Paulinho é presidente nacional do partido Solidariedade, um dos partidos do centrão, bloco de centro direita aliado à Bolsonaro.

O advogado de Paulinho da Força já se manifestou e disse que não houve crime, já que a execução dos projetos ao BNDES foi lícita.

A defesa ainda afirmou que reuniu prova testemunhal e documental de que o deputado foi vítima do crime de tráfico de influência, pois seu nome foi indevidamente utilizado por terceiros para a execução dos crimes.

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Política Nacional

Confúcio Moura critica retorno de aulas presenciais em 2020

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) afirmou, em pronunciamento nesta terça-feira (7), ser contrário ao retorno das aulas presenciais nas escolas até que a pandemia de covid-19 esteja sob controle. Qualquer decisão que não observe esse critério, continuou o senador, é duvidosa e põe em risco a saúde das crianças e das pessoas com as quais elas convivem, especialmente as pertencentes a grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas.

Ele reconheceu a dificuldade que os governantes enfrentam ao ter de tomar uma decisão, especialmente porque pais fazem pressão para que as aulas sejam retomadas presencialmente. Afinal, com os filhos na escola, os adultos também poderão sair de casa e retomar suas atividades.

Para Confúcio Moura, o momento é de prudência. Como forma de mitigar o problema da falta de aulas presenciais, ele defende que, em 2020, nenhum aluno seja reprovado e que as escolas continuem as atividades no modelo remoto. Para ele, é melhor continuar nesse “fingimento” do que colocar em risco a vida das pessoas.

— Então, vai lá, e no ano que vem, a gente pode fazer uma grande composição do ano 2020 com o ano 2021, juntando os dois anos em um e intensificando o ano 2021, sem férias, para compensar um no outro. E neste ano, ninguém reprova — sugeriu.

Confúcio Moura lembrou ainda que o país sequer tem um ministro da Educação para liderar a tarefa de coordenar e orientar a retomada das aulas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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