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Comportamento

Supermercado substitui sacolas plásticas por folhas de bananeira

Um supermercado da Tailândia lançou uma ideia inteligente, barata e ecológica: está usando folhas de bananeira para substituir as embalagens plásticas que envolvem alimentos. O supermercado Rimping, de Chiangmai, usa as folhas para embalar alface, cebolinha, pimentão e pimenta… E tudo é muito simples. Eles envolvem as verduras com as folhas de bananeira e amarram com uma fita feita de […]

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Um supermercado da Tailândia lançou uma ideia inteligente, barata e ecológica: está usando folhas de bananeira para substituir as embalagens plásticas que envolvem alimentos.

O supermercado Rimping, de Chiangmai, usa as folhas para embalar alface, cebolinha, pimentão e pimenta…

E tudo é muito simples. Eles envolvem as verduras com as folhas de bananeira e amarram com uma fita feita de bambu para manter tudo no lugar.

#AprendeBrasil … com tanta bananeira por aqui nossos supermercados perderiam copiar a ideia, não acha?

Vantagens

As folhas de bananeira são uma ótima alternativa à embalagens plásticas porque estão disponíveis em regiões tropicais e são frequentemente descartadas por falta de utilidade.

Elas são naturalmente à prova d’água, podem suportar a umidade e estão livres de toxinas desagradáveis, ou corantes, que você pode encontrar no plástico.

Sem dizer que as folhas de bananeira são biodegradáveis: basta colocá-las na caixa de compostagem para saber que você não está contribuindo com poluição plástica mundial.

Redes sociais

A ideia agradou seguidores do Facebook, depois que fotos das embalagens verdes foram postadas na rede social.

“Pequenos passos fazem uma grande diferença”, escreveu um seguidora.

‘A mudança está chegando!’

O que agradou também foi o tom verde vibrante da folha, que é esteticamente mais bonito que o plástico transparente.

O supermercado Rimping não é o primeiro a fazer isso. As folhas de bananeira são bastante usadas para embrulhar porções de arroz na Ásia.

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Comportamento

Deputados capixabas aprovam uso do nome afetivo de crianças em processo de adoção

Os deputados aprovaram, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei (PL) 63/2019, que determina que os registros de instituições escolares, de saúde, cultura e lazer deverão conter um espaço para o uso do nome afetivo. O nome afetivo é aquele pelo qual a criança ou adolescente se reconhece, mas que ainda não foi oficializado, pois […]

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Os deputados aprovaram, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei (PL) 63/2019, que determina que os registros de instituições escolares, de saúde, cultura e lazer deverão conter um espaço para o uso do nome afetivo. O nome afetivo é aquele pelo qual a criança ou adolescente se reconhece, mas que ainda não foi oficializado, pois o processo de adoção não foi concluído.

A matéria de iniciativa do deputado Gandini (Cidadania) tramitava como urgência e recebeu parecer favorável em reunião conjunta das comissões de Justiça, Cidadania, Assistência Social, Proteção à Criança e ao Adolescente e Finanças. 

De acordo com a proposta, esses cadastros deverão disponibilizar o campo de preenchimento “nome afetivo” em destaque, acompanhado do nome civil, que será usado apenas para fins administrativos internos. Na justificativa da matéria, o autor destacou que o projeto de lei foi pensado a partir de relatos de membros do Grupo de Apoio a Adoção Gerando com o Coração, que reúne famílias que adotaram seus filhos.

“A dificuldade é ainda maior nos espaços sociais externos que mais influenciam na construção identitária do menor, como por exemplo, ao efetuar matrícula em escolas e creches, bem como no atendimento em unidades de saúde e consultórios médicos, visto que são obrigatoriamente registradas a partir do nome que consta em seu registro civil. Portanto, a utilização do nome afetivo nessas instituições é uma medida inclusiva”, defendeu o parlamentar na justificativa do projeto. 

Tramitação

No início de sua tramitação, a matéria recebeu despacho denegatório da Presidência da Casa sob argumento de que a iniciativa de lei, nesse caso, é privativa do governador. O parlamentar recorreu da decisão ao Plenário e conseguiu reverter a situação. Na sessão desta quarta-feira, Gandini relatou que cinco estados já contam com leis semelhantes – Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo – e que todas partiram da iniciativa parlamentar. 

Gandini defendeu, ainda, a importância do projeto para as crianças em processo de adoção: “Principalmente na adoção tardia, o adolescente não quer conviver com aquele nome que pode trazer lembranças negativas”, justificou. A matéria segue para o posicionamento do Poder Executivo. 

Datas comemorativas

Ainda foram aprovados, nesta quarta-feira, os PLs 267 e 788/2019. O primeiro, de iniciativa de Marcelo Santos (PDT), define a data de 1º de agosto como o Dia Estadual do Kitesurf e do Kitesurfista. A segunda matéria, do Pr. Marcos Mansur (PSDB), institui o terceiro domingo do mês de agosto como o Dia Estadual do Obreiro Universal. 

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