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TCU pede a suspensão de obras de duplicação em trecho da BR-262 em Marechal Floriano ES

O Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) a suspensão das obras de duplicação e restauro em um trecho de 7,28 km da BR-262, em Marechal Floriano, no Espírito Santo. O TCU informou que foram encontrados indícios de irregularidades durante uma fiscalização feita no fim de 2018. […]

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O Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) a suspensão das obras de duplicação e restauro em um trecho de 7,28 km da BR-262, em Marechal Floriano, no Espírito Santo. O TCU informou que foram encontrados indícios de irregularidades durante uma fiscalização feita no fim de 2018. Entretanto, até o momento, as obras continuam.

A decisão foi baseada em uma auditoria realizada pelo TCU e compreende o trecho que vai do km 49,38 ao km 56,66 da rodovia federal, entre as proximidades da entrada para o zoológico de Marechal Floriano e o Trevo de Paraju.

Uma das causas para a suspensão é o fato de que as obras sugerem menor segurança para os motoristas que o previsto no edital da licitação.

Entre os aspectos divergentes estão raios das curvas e velocidade máxima do tráfego, conforme explicou o secretário do TCU, Edmur Baida.

“Nesse trecho em execução, olhando desde a licitação até a execução da obra, verificamos graves desconformidades às leis e decretos, e até ao manual do Dnit. O edital previa uma rodovia com velocidade diretriz de 80 km/h e raios de curva mínimo de 210 metros, mas identificamos que não estão cumprindo esses parâmetros, tem raios de até 115 metros. Então a velocidade seria menor e consequentemente a segurança diminui, com raios de curva mais críticos, curvas mais fechadas e perigosas”, disse.

A inclinação da rampa também é questionada. “Os aclives e declives têm limites, pelo manual do próprio Dnit, e essas rampas não podem ultrapassar alguns limites. No caso do trecho que está se executando, é 4,5% o limite, mas estão fazendo até de 6%, então é mais íngreme tanto pra descer quanto pra subir”, falou Baida.

Fonte: G1

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Competências do mercado financeiro vão alavancar agronegócio no Estado

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A experiência do mercado financeiro de grandes empresas será utilizada para alavancar o agronegócio no Estado. Tendo essa máxima como base, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-ES) lançou nesta sexta-feira (24) seu mais novo programa: o Ibef Agro. Reunindo mais de 100 participantes, entre autoridades, investidores e agricultores, o encontro aconteceu no auditório do Sicoob Leste Capixaba, em Linhares.

O presidente do Ibef-ES, Paulo Wanick, abriu a cerimônia explicando um pouco do trabalho da instituição. “O instituto trabalha com três grandes eixos: produção de conteúdo qualificado, desenvolvimento profissional e relacionamento com o mercado e reconhecimento. Neste sentido, os programas estruturados: Ibef Academy, CFO Connection, University, Social e agora o Agro são formatados para tangibilizar essas entregas. Além disso, temos os Comitês Qualificados de Conteúdo (CQCs), espécie de linha de produção operacional do IBEF na construção desses conteúdos qualificados. Esses programas qsão a nossa base para o desenvolvimento técnico-profissional sustentável, cada um em suas áreas de atuação”.

O diretor do Ibef Agro ES, Flávio Gianordoli, explicou que a instituição vai levar toda a expertise do mercado financeiro para o agronegócio. “O Estado e o País são dependentes do agro e o Ibef com todo o seu know how vai contribuir para desenvolver ainda mais o agronegócio, através de programas exclusivos, fazendo conexões, atuando de perto para que o setor cresça ainda mais”.

O diretor do Ibef Agro Campinas e diretor da Deloitte, Adilson Martins, apresentou a experiência do programa em São Paulo. “Cresci no agro e ter uma oportunidade dessa é um orgulho. O Ibef Agro Campinas foi criado para contribuir com o desenvolvimento empresarial do agro, promovendo qualificação profissional. Em Campinas temos o programa de coach, buscamos aproximação com meio acadêmico, fazemos parcerias estratégicas com hubs de inovação e vamos realizar eventos”.

Painel

O painel “Tecnologias digitais, agtechs e a nova onda de inovação e investimentos no campo brasileiro” contou com a participação de Mariana Caetano, head de Agronegócio da KPTL e Octaciano Neto, head de Agronegócio da EloGroup, com mediação de Vitor Alves, da NA Agropecuária.

Mariana apresentou alguns pontos importantes para o segmento. “Nós ainda estamos caminhando para melhorar nossa forma de comunicar o que somos e fazemos. Precisamos demonstrar que o agro brasileiro é imbatível. Além disso, hoje, quem manda é o consumidor, o que ele pede a gente tem de entender e se adaptar”.

Já Octaciano frisou que no agro quem deu certo foram aqueles que usaram a mecanização, a química e a biologia. “O futuro do agro agora, depende da combinação do velho paradigma, que une biologia, química e mecanização, com digitalização, agenda ESG e mercado de capitais”.

A coordenadora do Ibef Agro, Julia Bastos, destacou que o programa vai levar o conhecimento das indústrias para as lideranças do agro capixaba. “Vamos promover um circuito de imersão em finanças no agro. Serão seis módulos a serem completados em 24hs, tendo aulas de 2hs no máximo e com 20 pessoas em cada turma. O workshop será de curta duração e será 100% online. Vamos tratar sobre mercado de capitais, digitalização e agtechs e ESG voltados para o agro”.

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