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Tebet afirma que Bolsonaro não estará no segundo turno das eleições

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Tebet chamou o atual governo de

Tebet chamou o atual governo de “inoperante” e “incompetente” – Jefferson Rudy/Agência Senado

A pré-candidata à presidência da República Simone Tebet (MDB) disse, nesta segunda-feira (20), ter certeza de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) não estará no segundo turno das eleições de outubro.

A afirmação foi feita durante uma entrevista concedida ao podcast ‘Ao Assunto’, do G1. Tebet ressaltou que um dos motivos para não acreditar na reeleição de Jair diz respeito à sua postura autoritária ao longo dos últimos quatro anos.

“Ninguém poderia imaginar nós estarmos em pleno 2022 discutindo questões como o debate a respeito do resultado de uma eleição que sequer aconteceu”, afirmou a pré-candidata.

“Eu não posso acreditar que as pessoas que elegeram o presidente Bolsonaro acreditavam que ele fosse de tal forma desproporcional nessa briga acirrada contra os os poderes, contra o Congresso e a imprensa, em uma demonstração clara que tem uma pauta da extrema-direita de armar as ruas, de discriminar, de fazer vista grossa, de negar acesso à vacina”, completou.

“Tenho certeza que o presidente Bolsonaro não vai estar no segundo turno dessas eleições.”

Polarização política

Simone também falou sobre a polarização política que, de acordo com as recentes pesquisas, deve nortear as eleições deste ano. De acordo com ela, tanto o atual governo como lideranças executivas do passado contribuíram para o atual cenário de uma política polarizada.

“Não vamos esquecer que essa polarização, que esse discurso de ódio de ‘nós contra eles ‘não vem de agora. Para mim está muito claro que o Bolsonaro é fruto dos excessos, equívocos e erros do Partido dos Trabalhadores (PT). Um partido que não veio a público e não teve coragem de dizer ‘eu errei. No meu governo teve corrupção'”, destacou.

A pré-candidata enfatizou ainda que os brasileiros estão tendo que lidar com um governo “inoperante” e “incompetente” e com um partido de um governo passado que cometeu uma série de erros. “Se chegasse ao poder novamente, faria tudo de novo?”, questionou.

Terceira Via

Quando questionada sobre ter sido escolhida a candidata a representar a terceira via no processo eleitoral, a candidata do MDB afirmou fazer parte de um grande pacto a favor da democracia e dos valores democráticos.

“Nós temos condições de nos apresentar para o Brasil como a única alternativa capaz de pacificar o Brasil, e também de unificar o país em nome de uma única pauta: a defesa da democracia, das instituições democráticas e do povo brasileiro”, disse.

Tebet tem 2% das intenções de voto dos brasileiros para a eleição presidencial deste ano, de acordo com a última pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha.

Mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips

Durante a entrevista, Simone criticou a condução do governo em relação às investigações das mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, na Amazônia.

Ela afirmou que um presidente não pode estar em uma motociata enquanto é conduzido um processo de investigação de grave como esse. Além disso, também disse não achar correta a decisão da PF de aceitar a versão de que não houve um mandante para o crime.

“Não vamos esquecer que a polícia que investiga o caso chegou à conclusão simplesmente por uma oitiva de uma testemunha, que é das provas a mais simples, e confiou que não houve mandante sabendo que Bruno era um indigenista que denunciou o crime organizado. O jornalista Phillips já havia também, há um ano atrás, denunciado que o crime organizado tomou conta da Amazônia”, enfatizou.

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Datafolha: Fernando Haddad tem rejeição de 35% em SP; França tem 20%

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 Levantamento aponta que 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito de São Paulo
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Levantamento aponta que 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito de São Paulo

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira aponta que o ex-prefeito de São Paulo  Fernando Haddad (PT) é o mais rejeitado entre os pré-candidatos ao governo de São Paulo. 

De acordo com o levantamento, 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito, que mantém a dianteira na disputa ao Palácio dos Bandeirantes.

Haddad é seguido pelo ex-governador Márcio França, do PSB, cuja rejeição é de 20%. O socialista, no entanto, deve sair de cena para concorrer ao Senado, de acordo com aliados. Se o cenário sem França se confirmar, Haddad sobe de 28% para 34% das intenções de voto.


O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), e o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) apresentam menor rejeição. Não votariam em nenhum dos dois 16% dos paulistas. No entanto, ambos são desconhecidos da maior parte do eleitorado.

O Datafolha ouviu 1.806 pessoas com mais de 16 anos de 28 a 30 de junho no estado, aferindo dados com uma margem de erro de dois pontos para mais ou menos. O levantamento, contratado pelo jornal Folha de S.Paulo, foi registrado com o número SP-20523/2022 no Tribunal Superior Eleitoral.

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Fonte: IG Nacional

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