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Tentando tirar o foco de prisão de Ribeiro, Bolsonaro fala de ditadura

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Quem diz que menina grávida tem que abortar quer ditadura, afirma Bolsonaro

Quem diz que menina grávida tem que abortar quer ditadura, afirma Bolsonaro – Reprodução – 31.03.2022

Em conversa com apoiadores na manhã desta quinta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que quem apoia o procedimento de aborto para a menina de 11 anos, que engravidou após ser vítima de um estupro, quer impor uma ditadura no Brasil. O direito à interrupção da gestação da criança foi negado por uma juíza de Santa Catarina.

“Quem quer impor uma ditadura no Brasil não sou eu. É quem não quer a liberdade de expressão, é quem vai controlar a mídia, é quem diz que vai valorizar o MST, é quem diz que esse caso da menina grávida de sete meses tem que abortar”,  disse o mandatário.

‘Ameaça comunista’

O presidente voltou a falar sobre a ‘ameaça comunista’ sobre o Brasil. “Se não sou eu, tinha acabado o Brasil. Vocês já estavam no comunismo” , afirmou Bolsonaro. “Se não é o impeachman que aconteceu, mais dois anos de Dilma, o Brasil não tinha mais retorno.”

Comentários sobre Dom e Bruno

O chefe do Executivo ainda falou sobre o caso do assassinato de Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira, na Amazônia.  “Igual o Lula estava esbravejando sobre os dois que desapareceram lá na Amazônia e depois acharam os corpos. Lamentamos o ocorrido. Mas também estavam uma área, pô, que não tem segurança”,  disse. “Eu, se subir o morro, uma comunidade do Rio de Janeiro com esse olho azul e essa cara à noite, vou pro micro-ondas ou não vou?”

O indigenista Bruno Pereira Araújo e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados na Amazônia, enquanto faziam uma viagem pelo Vale do Javari. Ambos estavam desaparecidos há mais de uma semana quando seus pertences e materiais biológicos foram recolhidos pelas equipes de busca nas águas do rio Madeira. Os restos mortais dos dois serão entregues ainda nesta semana para as famílias.

Confira o vídeo com todas as declarações do presidente:

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Defesa de Milton Ribeiro pede anulação da decisão que autorizou prisão

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Pedido apresentado pela defesa Ribeiro pede anulação definitiva da decisão que culminou na sua prisão
Valter Campanato/Agência Brasil – 29/11/2021

Pedido apresentado pela defesa Ribeiro pede anulação definitiva da decisão que culminou na sua prisão

A defesa de  Milton Ribeiro apresentou ao desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), um pedido de anulação definitiva da decisão que determinou a prisão do ex-ministro da Educação na semana passada. Os advogados alegam parcialidade do juiz federal Renato Borelli, da 15ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal.

Os advogados de Ribeiro alegam que o magistrado deixou de agir com “a necessária isenção” e “sinalizou sua parcialidade” em uma prestação de informações a respeito da prisão do ex-ministro encaminhada ao TRF-1.

“Considerando que, ao ser instado a prestar informações sobre o andamento do feito originário, o Juízo Coator se excedeu e exerceu verdadeira, inaceitável e inadmissível defesa de seus fundamentos, como se parte fosse, exsurge, venia concessa, a imprestabilidade do referido pronunciamento ante a ausência da necessária isenção e imparcialidade do Julgador”, diz o pedido.

Ainda de acordo com os advogados, “a imparcialidade do Magistrado é a primeira e talvez a mais importante garantia do processo penal democrático”.


Um inquérito aberto pela Polícia Federal apura a atuação de pastores lobistas na pasta durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro, que chegou a ser preso preventivamente na semana passada, mas depois foi solto. O presidente, porém, não é alvo da investigação.

Na semana passada, durante a Operação Acesso Pago, além de ser preso preventivamente, Milton Ribeiro foi alvo de busca e apreensão e teve o sigilo bancário quebrado por ordem do juiz federal. Depois foi solto por decisão de Ney Bello, que deu uma decisão liminar. Por isso, agora pede um juízo definitivo sobre o caso.

A PF já tinha interceptado ligações telefônicas do ex-ministro. Em uma delas, em 9 de junho, ele contou à filha que conversou por telefone com Bolsonaro. Segundo Milton Ribeiro, o presidente disse na época achar que fariam uma busca e apreensão contra o ex-ministro.

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Fonte: IG Nacional

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