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Saúde

Termômetro infravermelho causa danos ao cérebro? Anvisa diz que não

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Termômetro digital infravermelho tornou-se comum na entrada de grandes estabelecimentos
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Termômetro digital infravermelho tornou-se comum na entrada de grandes estabelecimentos

Uma postagem que circula pelas redes sociais desde semana passada alega que termômetros infravermelhos fazem mal ao cérebro . A informação é falsa e a Anvisa garante que o uso do aparelho não é prejudicial a saúde , em especial à região da glândula pineal. A glândula tem função de produção e regulação de hormônios e fica localizada próximo ao tálamo e hipotálamo, na parte mais central do cérebro.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma, com base em referências bibliográficas e recomendações sobre esses produtos, que termômetros infravermelhos não emitem radiação , como afirma a publicação nas redes sociais. O aparelho somente capta o calor emitido pelo corpo humano na forma de radiação infravermelha.

Radiação infravermelha

Todo corpo quente, como o do ser humano, emite radiação infravermelha, um tipo de luz que não é visível aos olhos. Os termômetros infravermelhos detectam justamente esta radiação, de forma passiva, através de um sensor.

A luz emitida por alguns destes aparelhos funciona como laser-guia, somente indicando o local onde está sendo feita a medição. A luz utilizada se encontra no espectro visível e é de baixa intensidade, portanto, não possui poder de penetração na pele. 

Pouca quantidade de calor é absorvida pela pele, sendo que este não é suficiente para causar sensação de aquecimento no local ou alterar a temperatura medida pelo termômetro.

Medição de temperatura no pulso?

Em um vídeo que circula pelo aplicativo Whatsapp com informação falsa, é indicado que as pessoas passem a medir a temperatura pelo pulso. Para Diogo Haddad, neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, “isso é uma grande besteira”. À Folha de S.Paulo, ele afirma que “a funcionalidade do instrumento é associada à medição na testa” e que não há estudos sobre a utilização no punho.

A Anvisa esclarece que uma norma técnica, usada em território nacional, é que estabelece as condições de calibração e uso dos termômetros clínicos infravermelhos, sendo a região da testa o local indicado para garantir a precisão da medida. O uso do aparelho em outra parte do corpo pode levar a erro de leitura, a não ser que tal procedimento esteja explícito no manual do produto.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

USP comprova inibição de 99% do novo coronavírus em máscara

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Máscaras podem ser equipadas com dois tipos de filtros (SMS e PFF2)
Elka/Divulgação

Máscaras podem ser equipadas com dois tipos de filtros (SMS e PFF2).

Testes realizados no laboratório do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), no fim de agosto, confirmaram que a máscara facial da Elka, que promete inibir mais de 99% do novo coronavírus (Sars-CoV-2) , realmente é eficaz.

O produto foi batizado como Oto Mask e apresentado logo que a pandemia ganhou corpo. Ele é composto de elastômero termoplástico com aplicação do antimicrobiano NanoxClea.

A máscara possui dois filtros com capacidade de reter poeira, aerossóis e agentes biológicos . Fabricados pela Fitesa, os filtros se adaptam a rotina do consumidor, os do tipo SMS são recomendados para uso em idas a supermercados, farmácias e para trabalhadores do comércio e escritórios. Já os PFF2 (ou N95) se destinam a profissionais da saúde ou àqueles que exercem atividades industriais que exijam proteção máxima.

O produto conta ainda com um reforço em sílica, que possui capacidade antimicrobiana . Além de tudo, a máscara é impermeável e pode ser esterilizada e reutilizada , basta uma lavagem simples, com água e sabão.

Parcerias de fabricação

Mulher utilizando Oto Mask da Elka enquanto faz compras no supermercado.
Elka/Divulgação

Oto Mask da Elka

A Elka contou com a parceria da Nanox, empresa derivada do laboratório de inovação e pesquisa em materiais da Universidade de São Carlos (UFSCar) para desenvolver a Oto Mask. Outra importante colaboração vem desde 2011, do IEC Partners.

“O antimicrobiano à base de prata NanoxClean, que faz parte da composição da Oto Mask, atua desativando a estrutura e o metabolismo da membrana lipoproteica do agente viral e impede sua replicação e ação no nosso organismo”, explica Daniel Minozzi, diretor de Operações da Nanox.

Onde encontrar

A Oto Mask já está disponível em drogarias e demais estabelecimentos. No site da Elka ela é comercializada por R$39,99 a unidade , com o valor dos pacotes com 20 refis variando entre R$ 14,99 (SMS) e R$ 19,99 (PFF2).

Fonte: IG SAÚDE

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