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Teste do Pezinho: exame não parou na pandemia e mais uma unidade de saúde passa a oferecer

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O Teste do Pezinho faz parte da Triagem Neonatal, fundamental para descobrir doenças genéticas, metabólicas e infecciosas. Elas podem ser tratadas de forma adequada e o mais rápido possível, se diagnosticadas nos primeiros dias de vida da criança. Mais que uma recomendação do Ministério da Saúde, o exame é prescrito por lei no Brasil e garantido, gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS).

O teste é obrigatório e deve ser realizado entre o 3º e o 5º dia de vida do recém-nascido. É feita uma pequena picada no calcanhar do bebê. O furo é praticamente indolor e o sangue é coletado rapidamente. Através da gota de sangue, podem ser apontadas, de forma precoce, doenças como a fenilcetonúria, o hipotireoidismo congênito, a fibrose cística, a anemia falciforme e outras hemoglobinopatias (alterações hereditárias que afetam a hemoglobina).

Em Cariacica, o Teste do Pezinho é ofertado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus), em parceria com a APAE Vitória e a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa).

E mesmo em tempos de pandemia de coronavírus, o teste continua sendo feito, conforme definido pela portaria 019/2020, publicada em Diário Oficial do município em 20 de março, que garante este e outros tipos de atendimentos essenciais à população. Basta a mãe procurar a unidade básica de saúde mais próxima de sua casa. O atendimento é feito das 8h às 15h, de segunda a sexta-feira e não necessita de agendamento.

A Unidade de Saúde Santa Luzia é a mais recente a oferecer o Teste do Pezinho e se junta a mais 24 unidades de saúde no município. E esse número tende a aumentar. A Semus pretende implantar o exame para os bebês em mais 03 unidades até o final do ano, totalizando 28 unidades básicas de saúde, com cobertura de 100%.

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Coronavírus: Secretaria de Saúde otimiza atuação de assistentes sociais

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) iniciou um projeto para identificar como a pandemia do novo coronavírus impactou as atividades dos assistentes sociais da pasta e debater estratégias de potencializar a atuação dos profissionais, principalmente, na intervenção no cenário dos desdobramentos pós-pico da pandemia.

Será uma série de atividades, como encontros virtuais, em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

“Sabemos que aspectos sociais e econômicos influenciam na saúde das pessoas e, numa pandemia, as situações de vulnerabilidade costumam ser agravadas, exigindo que o assistente social mobilize recursos para enfrentar essas condições”, explica referência técnica da Secretaria Executiva da Semus, Clarice Imperial.

Metodologia

Os assistentes sociais da Semus foram organizados em duas turmas, agrupadas por territórios, portanto, com realidades semelhantes. Durante os encontros, os profissionais também farão o compartilhamento de documentos e informações para subsidiar a atuação nos diferentes espaços ocupacionais.

A coordenação do projeto, composta por técnicos da Semus e da Ufes, formularam e aplicaram questionários junto aos assistentes sociais com o objetivo de identificar a realidade e as expectativas desses profissionais.  Foi possível identificar o perfil dos profissionais e principais necessidades para atuação.

A assistente social da Unidade de Saúde de Santa Luiza Patrícia Amorim destaca que os encontros fortalecerão o trabalho dos profissionais nesse momento. “Se antes trabalhávamos com tantos outros profissionais nas unidades de saúde, utilizando nossa presença, nossa voz, agora precisamos adaptar nosso trabalho utilizando tecnologias e de forma remota. Esses encontros irão permitir que façamos os ajustes necessários nos processos de trabalho de forma coletiva, dividindo experiências”.

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