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Três pessoas são baleadas na Região Metropolitana do Rio em menos de 10 horas

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Pessoa segurando arma arrow-options
Fotos públicas/reprodução

Imagem ilustrativa



Por | Thuany Dossares, do O Dia.

Três pessoas foram baleadas em assaltos na Região Metropolitana do Rio, em um período de menos de dez horas, entre a tarde e a noite de terça-feira. Uma das vítimas, um policial militar, morreu.

O cabo Leandro Jorge Cardoso Salomão, de 31 anos, estava de moto quando foi abordado por bandidos na Rua 24 de Maio, no bairro do Engenho Novo, Zona Norte do Rio, por volta das 20h. Segundo a Polícia Militar, o agente não estava armado e tentou fugir do local, na altura da estação Silva Freire da SuperVia, e os criminosos atiraram contra ele. O PM foi atingido nas costas e morreu na hora.

Leia também: Rio é a cidade do Brasil em que se perde mais tempo no transporte público

Leandro foi o primeiro agente de segurança pública assassinado no Rio de Janeiro em 2020. Ele estava na corporação desde 2012, era casado e deixa uma filha.

O Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações que ajudem a polícia a identificar os envolvidos no crime.

As outras duas vítimas foram baleadas em São Gonçalo: o empresário Paulo Alves Cardoso, de 67 anos, e uma senhora, que não teve o nome revelado. A idosa foi atingida na perna, no bairro Coelho.

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“Não irei decepcionar o povo do Rio de Janeiro”, afirma Witzel

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Wilson Witzel%2C governador do Rio de Janeiro
Carlos Magno

Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), publicou em seu Twitter uma mensagem aos seus eleitores. No texto, ele diz que não vai “decepcionar o povo do Rio de Janeiro”.

“Deixei a magistratura por acreditar que poderia mudar o futuro da população fluminense. Luto, com dignidade e muito trabalho, por dias melhores para todos. Era o candidato com 1% nas pesquisas, mas sempre tive 100% de fé. Não irei decepcionar o povo do RJ”, publicou.

Alvo de um processo de impeachment  na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) há pouco mais de um mês, o governador Wilson Witzel teve pedido de suspensão do processo negado pelo Tribunal de Justiça.

No dia 10 de junho, os deputados do Rio, por unanimidade, foram favoráveis ao início do trâmite que pode durar meses.

A Comissão Especial julga pedido de impeachment pedido pelos deputados Luiz Paulo e Lucinha, ambos do PSDB. No pedido, são feitas as seguintes acusações: compra de respiradores no combate ao coronavírus com suspeita de superfaturamento, construção dos hospitais de campanha, cuja licitação é investigada, suposto vínculo de Witzel com o empresário Mário Peixoto e revogação da desqualificação da OS Unir Saúde, que seria ligada ao empresário Mário Peixoto e está sob suspeita do Ministério Público Federal.

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