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Urnas eletrônicas apresentam falhas de segurança

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Nelson Junior/ASICS/TSE/Dedoc

Testes mostram falha de segurança em urnas eletrônicas


De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), investigadores responsáveis pela realização de testes de segurança no sistema eletrônico de votação , encontraram duas vulnerabilidades de sistema em urnas eletrônicas.

Realizado periodicamente com o objetivo de encontrar problemas de segurança , o teste permite que as falhas sejam corrigidas antes do período de votação. Ainda de acordo com o TSE, os problemas apontados não oferecem ameaça à segurança da votação.

Por enquanto, o registro das vulnerabilidades foi encaminhado para um time de técnicos da Justiça Eleitoral para que elas sejam corrigidas. Após esse procedimento, as urnas serão submetidas a uma nova rodada de testes.

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Giuseppe Janino, secretário de tecnologia da informação do TSE, declarou: “Houve achados importantes. Vamos trabalhar no fortalecimento dessas barreiras e vamos chamá-los novamente para testar a eficácia. O sistema vai para a eleição muito mais fortalecido”.

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Como são os testes?

Neste ano, cinco grupos e três investigadores individuais participaram do  Teste Público de Segurança das urnas eletrônicas , criado para aprimorar o processo eletrônico de votação. Nele, todos apresentaram um plano de ataque ao sistema de votação.

Para que os testes sejam realizados, eles têm acesso facilitado ao sistema dos equipamentos. As barreiras normalmente presentes durante as eleições são removidas completamente para que todas as hipóteses sejam avaliadas.

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No primeiro teste, apenas o grupo formado por peritos da Polícia Federal obteve sucesso em vencer o sistema e apontar as falhas presentes. Eles conseguiram vencer barreiras de segurança responsáveis por garantir o armazenamento de informações como o nome dos candidatos e a lista de eleitores.

Após as correções serem realizadas, a segunda parte dos testes, que novamente coloca em xeque a segurança das urnas , será realizado no dia 10 de dezembro.

Em anos anteriores, falhas também foram encontradas e posteriormente corrigidas. Essa é apenas uma das etapas de preparação para as eleições, que serão realizadas em 2020 para eleger prefeitos e vereadores de cidades de todo o Brasil.

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Fala de políticos com o crush? Tinder revela nomes mais citados no app nos EUA

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shutterstock

Tinder mostra políticos mais comentados no aplicativo


Muitas pessoas consideram a ideologia política um fator fundamental para começar um relacionamento. Nesta quinta-feira (5), o Tinder revelou quais políticos têm seus nomes mais escritos nas conversas de bate-papo do aplicativo . A lista engloba diversos nomes fora do âmbito governamental, como ativistas e advogados. 

A lista, no entanto, foi feita com base nos usuários dos Estados Unidos e só apresenta políticos do país. Nomes já esperados como do presidente Donald Trump e dos senadores Bernie Sanders e Elizabeth Warren estão entre os mais comentados. As surpresas ficam por conta da ativista ambiental Greta Thunberg e do advogado Robert Muller. 

Lista de políticos do Tinder arrow-options
Reprodução

Lista de nomes associados à política mais citados no Tinder nos EUA em ordem alfabética


“Quando nos aproximamos de um ano eleitoral, não é surpresa que a política tenha tido certa relevância no Tinder . Os candidatos presidenciais democratas, com o nosso atual presidente, dominaram a lista de figuras políticas que ajudaram a dar aos membros do Tinder algo sobre o que conversar”, analisou a empresa. 

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Dialogar sobre o tema com potenciais parceiros em aplicativos de namoro é algo que cresce gradualmente. O OKCupid teve um aumento de 64% de termos políticos após o término das eleições de 2016. O app introduziu uma série de perguntas aos usuários em relação ao atual presidente e sobre pensamentos ideológicos, de modo com que seja simples filtrar as respostas e conhecer pessoas com visões de mundo semelhantes. 

Katherine Hertlein, professora do programa de terapia de casal e família da Universidade de Nevada, na Faculdade de Medicina de Las Vegas, afirmou que esse fenômeno pode ocorrer devido a um desejo coletivo de receber a validação de suas crenças. Segundo ela, o consentimento de familiares e amigos não é o suficiente, o que faz com que um indivíduo busque outros meios. “Penso que as pessoas estão buscando validação em suas próprias perspectivas, e a maneira de fazer isso é encontrando caras novas”. 

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No Brasil , o exemplo mais claro da busca por pessoas com anseios de legitimação por parte de possíveis parceiros, é o PTinder . O aplicativo foi criado este ano pela advogada Maria Goretti Nagime com o intuito de reunir pares de esquerda. O funcionamento, como o próprio nome sugere, é semelhante ao do Tinder e de outros apps de namoro , mas possui o viés ideológico como ponto de partida para pertencer ao grupo de candidatos amorosos. 

Além da política, o Tinder incluiu outros assuntos em sua revisão anual. Um deles remete à idade dos usuários da plataforma, e mostra que, no momento, a maioria deles têm menos de 25 anos, pertencendo, portanto, à Geração Z . Outro aspecto incomum que merece destaque é o aumento de 41% do emoji “facepalm”, que consiste em uma mulher ou homem escondendo o rosto com a mão esquerda.

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