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Saúde

Vacina de Oxford induz resposta imune em adultos de todas as idades, diz estudo

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Vacina

Resultados compreendem ainda a segunda fase de testes do imunizante – Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (19), novos resultados sobre os avanços dos realizados pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 foram divulgados pela revista científica Lancet. Os testes da fase 2 mostraram que ela foi capaz de induzir resposta imune em adultos de todas as idades, até mesmo em idosos, grupo de risco da doença.

Segundo os pesquisadores, os anticorpos neutralizantes do novo coronavírus (Sars-Cov-2) foram identificados em 99% dos voluntários de todas os grupos etários em 28 dias após a dose de reforço. Eles ressaltaram também que houve um “pico” na quantidade de células T, vitais para o combate ao vírus, 14 dias após a primeira dose da vacina ChAdOx1.

Ainda de acordo com a publicação, a vacina apresentou menos reações adversas em voluntários mais velhos do que nos mais jovens, mostrando que deve ser eficaz no combate ao vírus exatamente em uma das faixas etárias de maior risco. Foram apontadas como principais reações pelos participantes dores de cabeça, dor no local da aplicação e febre.

Apesar dos resultados positivos, a eficácia da vacina Oxford/AstraZeneca só poderá ser confirmada com a finalização dos testes da fase 3, que seguem sendo realizado em diversos países. No Brasil, os estudos são feitos em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o governo já tem acordo para comprar cerca de 100 milhões de doses via Ministério da Saúde quando a eficácia do imunizante for comprovada.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Alimentação adequada ajuda a melhorar a qualidade do sono

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Uma boa noite de sono contribui para o equilíbrio do sistema imunológico, endócrino, neurológico e até do apetite

A boa alimentação é primordial para o desenvolvimento saudável do corpo humano. Com ela é possível beneficiar o rendimento físico e mental e até mesmo melhorar a qualidade do sono. “Durante o sono, o nosso corpo trabalha para manter o equilíbrio do sistema imunológico, endócrino, neurológico e o apetite, por isso é tão importante para a saúde a ligação entre alimentação e sono”, alerta a nutricionista do Viver Bem da Unimed Vitória Aline Sarmento.

A nutricionista explica que existem algumas estratégias para promover o bom sono, e uma delas é incluir alimentos com propriedades para essa finalidade na dieta. Alguns deles são chá de camomila, chá de lavanda, alface, aveia, leite, castanhas, mel, kiwi, peixes, banana e abacate. Os vegetais verde-escuros são ricos em Magnésio, mineral que promove relaxamento mental e físico.

Por outro lado, existem alimentos que devem ser evitados por serem estimulantes do sistema nervoso e grandes responsáveis pelo estresse e a ansiedade, algumas das principais causas de insônia. A dica é evitar bebidas à base de cafeína, chocolate, pimentas e o açúcar refinado adicionado a alguns alimentos industrializados.

Corpo e mente

Além de prejudicar o sono, a má alimentação pode gerar problemas emocionais e orgânicos. Depressão, baixa autoestima, anorexia e a bulimia são alguns exemplos. Outra consequência é o excesso de peso, que provoca alterações no colesterol, queda de cabelo e carência de micronutrientes. Uma alimentação ruim leva o desequilíbrio do da saúde e tem reflexo na longevidade.

De acordo com a nutricionista, é aconselhável fazer exames de rotina para identificar deficiências nutricionais que possam estar prejudicando a saúde. “É necessário um check-up anual com seu médico, fazer exames de sangue, verificar possíveis deficiências nutricionais e corrigi-las. Busque também um nutricionista para adequar sua rotina alimentar saudável dentro da sua individualidade”.

“Comer frutas, verduras e legumes regularmente, evitar alimentos industrializados, fazer exercícios físicos diariamente, não fumar, ter uma boa noite de sono, e ter contato com a natureza, fazem parte de um conjunto de medidas para prevenir diversas doenças”, reforça.

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