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Economia

Vendas de máquinas e equipamentos caem 2,2% em outubro

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As vendas da indústria de máquinas e equipamentos totalizaram, em outubro, R$ 18,4 bilhões, uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em comparação a setembro, também houve declínio de 6,4%. No acumulado do ano, no entanto, até outubro, as vendas somaram R$ 182,1 bilhões, 25,4% superior ao mesmo período de 2020. Os dados, divulgados hoje (24), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

As vendas para o mercado doméstico somaram R$ 13,9 bilhões, uma diminuição de 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. “Pela primeira vez, após 15 meses consecutivos de crescimento, observou-se queda na comparação interanual [das vendas gerais (-2,2%)] em razão, exclusivamente, da relativa piora no mercado doméstico, que encolheu 3,3% no período”, disse a entidade, em nota.

O setor vendeu ao exterior, R$ 814,09 milhões em equipamentos, montante 31,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2020. Em relação a setembro, as exportações foram 10,5% menores. No acumulado do ano, até outubro, as vendas ao exterior somaram R$ 7,4 bilhões, 31,1% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

A Abimaq destacou os setores que mais estão acumulando crescimento nas vendas em 2021: máquinas para logística e construção civil (56,9%); máquinas para agricultura (37%); máquinas para a indústria de transformação (37,6%); e componentes (26,7%).

Edição: Fernando Fraga

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Economia

Estudo diz que 73,5% das famílias paulistanas estão com dívidas

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Levantamento aponta que 73,5% de famílias paulistanas estavam com dívida no mês de novembro, o percentual mais alto desde 2010. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da FecomercioSP.

Segundo o estudo, existem 2,93 milhões de famílias com dívidas na capital paulista, sendo 710 mil a mais desde o ciclo de 12 altas consecutivas com início em novembro do ano passado.

Em novembro, o percentual de famílias inadimplentes (aquelas que além de terem contraído a dívida, não conseguiram pagá-las na data de vencimento) foi de 20,4%, o maior patamar desde abril do ano passado (21,6%). São 815 mil famílias atualmente que estão com contas em atraso.

A taxa de inadimplentes permaneceu praticamente estável ao longo do ano de 2021, oscilando próximo dos 19%. Nos últimos três meses, houve alta de 18,8% em agosto para 20,4% em novembro.

Do percentual de endividados, o cartão de crédito se destaca como o principal tipo de dívida, com pouco mais de 70% de inadimplentes no início do ano, e chegando a 85% em novembro, o maior patamar da série histórica.

O segundo maior tipo de dívida é o carnê com 21,7% dos endividados. No primeiro semestre do ano, o índice oscilou próximo a 14%. Essa modalidade é utilizada pelos consumidores para compras a prazo, parceladas, de maior valor, diretamente nas lojas do varejo.

Edição: Valéria Aguiar

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