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Vendedora espancada pelo namorado em Dores do Rio Preto ficará hospitalizada por mais 15 dias

A vendedora, de 36 anos, que foi brutalmente agredida pelo namorado, em Pedra Menina, zona rural de Dores do Rio Preto, continua internada no Hospital de Carangolas, em Minas Gerais. De acordo com o irmão de Jane Cherubin da Silva, Salvador Cherubim, a irmã deve ficar hospitalizada por mais 15 dias. Ela tem dificuldades para abrir […]

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A vendedora, de 36 anos, que foi brutalmente agredida pelo namorado, em Pedra Menina, zona rural de Dores do Rio Preto, continua internada no Hospital de Carangolas, em Minas Gerais.

De acordo com o irmão de Jane Cherubin da Silva, Salvador Cherubim, a irmã deve ficar hospitalizada por mais 15 dias. Ela tem dificuldades para abrir os olhos e a boca, devido às fortes agressões, e tem complicações para respirar.

“Ela está melhorando, mas ainda não consegue abrir os olhos e a boca, está muito machucada. Ela também está com dificuldades para respirar. Deve ficar internada por mais uns 10 ou 15 dias. Ela é muito forte”, contou o irmão.

Apesar da gravidade das lesões, Jane não sofreu traumatismo craniano e fraturas no rosto, o que era a maior preocupação da equipe médica.

Crime

Jane foi espancada, torturada e abandonada seminua em uma rodovia de Forquilha do Rio, divisa entre Pedra Menina, Dores do Rio Preto e Espera Feliz, município mineiro. O acusado, Jonas Amaral, de 34 anos, está foragido desde a madrugada da última segunda-feira (4), dia do crime.

Fonte: Aqui Notícias


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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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