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Vendedora Jane Cherubim, espancada pelo namorado, não consegue dormir em paz

Dez dias após ser espancada, torturada e violentada pelo companheiro, a vendedora Jane Cherubim, de 36 anos, ainda sente as marcas da violência que sofreu. Em recuperação dos ferimentos, familiares relatam os traumas que ficaram na mulher, que acorda de madrugada sonhando com o momento em que era espancada e que tem considerado se mudar […]

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Dez dias após ser espancada, torturada e violentada pelo companheiro, a vendedora Jane Cherubim, de 36 anos, ainda sente as marcas da violência que sofreu. Em recuperação dos ferimentos, familiares relatam os traumas que ficaram na mulher, que acorda de madrugada sonhando com o momento em que era espancada e que tem considerado se mudar de Dores do Rio Preto, na região do Caparaó, onde o crime aconteceu.

De acordo com Salvador Cherobim, irmão da vítima, ela teve uma instabilidade na recuperação por causa das lembranças da agressão. “Ela teve uma instabilidade por conta das lembranças […] acreditamos que só após a prisão desse sujeito que ela avançará de forma definitiva em sua recuperação”.

A família continua apreensiva e aguardando a prisão de Jonas. De acordo com Salvador, a família está em contato com os delegados e acompanha as investigações do caso. Jane ficou internada na Casa de caridade de Carangola, em Minas Gerais, e recebeu alta no dia 11.

Os irmãos destacam o perfil da irmã e acreditam que ela conseguirá retomar a confiança, quando conseguir voltar a trabalhar. “Quero levar ela para outra cidade. Ainda não tenho essa opção, preciso acertar muita coisa para que isso aconteça. Ela precisa trabalhar para sobreviver, daremos o suporte a ela, mas ela é muito disposta para trabalhar, não aceitaria ficar sem. Ela vai retornar as atividades, mas precisa ser em outra cidade e com trabalho definido”, disse Salvador.

O suspeito, Jonas do Amaral Neto, permanece foragido desde o dia do crime. Salvador disse ainda que não acredita na versão da família de Jonas, que acredita que ele teria tirado a própria vida após espancar a namorada. Contra Jonas há um mandado de prisão por tentativa de homicídio. Ele é considerado foragido e está sendo procurado pela Polícia Civil de Minas Gerais e do Espírito Santo.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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