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Ventos de 88 Km/h podem atingir o litoral capixaba

A Marinha do Brasil confirmou a formação de um ciclone que deve chegar ao litoral do Espírito Santo até a próxima terça-feira (26). Segundo o relatório da Marinha, o ciclone classificado, como Depressão Tropical, foi formado em alto-mar, nas proximidades da cidade de Porto Seguro, na Bahia.  Com intensidade de ventos observados de até 46 km/h, o deslocamento do fenômeno natural  […]

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Marinha do Brasil confirmou a formação de um ciclone que deve chegar ao litoral do Espírito Santo até a próxima terça-feira (26). Segundo o relatório da Marinha, o ciclone classificado, como Depressão Tropical, foi formado em alto-mar, nas proximidades da cidade de Porto Seguro, na Bahia. 

Com intensidade de ventos observados de até 46 km/h, o deslocamento do fenômeno natural  é previsto para a direção sul e poderá ser sentido no litoral capixaba. São esperados ventos fortes de até 88 Km/h nas proximidades do litoral do estado.

E a previsão do tempo para este domingo (24), em todo o estado, varia de acordo com a região, segundo o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

Na metade norte do Espírito Santo, é esperado chuva a qualquer hora do dia, com variação de nuvens e sol. Já na região sul, incluindo a Grande Vitória, a previsão é de chuvas ocasionais, intercaladas com períodos de tempo nublado.

Segunda-feira

No inicio da semana, o tempo segue instável na segunda-feira (25)  em razão da presença da umidade marítima. O Incaper informou que a previsão é de chuva fraca em alguns momentos no Sul, Grande Vitória, região Serrana e Nordeste capixaba. A nebulosidade varia entre as regiões Norte e Noroeste, mas não deve chover.

Na Grande Vitória, variação de nuvens e previsão de chuva a partir da tarde. Com temperatura mínima de 22 °C e máxima de 30 °C.

Já na Região Sul, variação de nuvens e previsão de chuva a partir da tarde. A previsão nas áreas menos elevadas é de temperatura mínima de 20 °C e máxima de 33 °C. Já nas áreas altas, mínima de 17 °C e máxima de 31 °C.

Para Região Serrana, é esperado variação de nuvens e previsão de chuva a partir da tarde. Com temperatura mínima de 14 °C e máxima de 32 °C.

Na Região Norte, variação de nuvens, mas não chove e as temperaturas de mínima de 22 °C e máxima de 31°C.

Fonte: Folha Vitoria

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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