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Vereador morto em Duque de Caxias não relatou sofrer ameaças a parentes e amigos

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Sandro do Sindicato
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Sandro do Sindicato

Parentes e amigos do vereador Alexsandro Silva Faria, o Sandro do Sindicato, morto nesta quarta-feira em Duque de Caxias, dizem que o parlamentar não relatou sofrer ameaças. Ele foi morto a tiros quando dirigia uma van pela Estrada do Pilar, no bairro Pilar, nesta manhã.

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O vereador, de 42 anos, cumpria seu primeiro mandato, após ser eleito no ano passado com 3.247 votos. Ele era diretor da SITICOMMM-Caxias (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil, Montagem Industrial, Mobiliário, Mármore e Granito e do Vime de Duque de Caxias).

O filho mais velho do vereador, Alexsandro Júnior, diz que o pai não relatou sofrer qualquer ameaça.

— Não tinha embate com ninguém — disse o filho.

De acordo com a família, Sandro do Sindicato não andava com seguranças, mesmo que a Câmara Municipal de Duque de Caxias tenha anunciado reforço na segurança dos vereadores depois que o segundo parlamentar foi assassinado este ano, há um mês. Os parlamentares passaram a reforçar a segurança, como o presidente da Casa, Celso do Alba (MDB), depois de receber ameaças anônimas.

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Também foram assassinados à tiro esse ano os voreadores Joaquim José Santos Alexandre, o Quinzé, em setembro; e Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado (MDB), em março, num ataque que culminou também no assassinato de seu filho, Gabriel da Silva.

Sonho de ser vereador

Marcos Silva Faria, de 39 anos, irmão de Sandro do Sindicato, disse que ser vereador em Duque de Caxias era o sonho do parlamentar, que chegou a concorrer três vezes nas eleições até ser eleito por média de votos ano passado. Mas Sandro já estava cogitando deixar o mandato para se dedicar à Igreja Ministério Apostólico Adonay.

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— Ele sempre sonhou ser vereador, e as pessoas no bairro achavam que ele não teria condições. Primeiro pela cor da pele, e pela condição financeira. Ele realizou o sonho dele. Acredito que morreu feliz — disse Marcos.

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Segundo Alexsandro Júnior, de 26 anos, Sandro chegou a conversar com ele há poucos dias sobre a possibilidade de que assumisse o trabalho político do pai no sindicato e na Câmara.

— Uma semana atrás ele me mandou mensagem perguntando: “filho, você está preparado para ficar no meu lugar?”. E ele falou que queria fazer o projeto de Deus na igreja, que queria se entregar a isso — disse o filho mais velho do parlamentar.

Sandro do Sindicato era casado, e deixa 6 filhos. Ainda não há informações sobre o enterro. A Câmara Municipal de Duque de Caxias divulgou nota de pesar e prestando solidariedade à família do vereador.

Em 2021, o Instituto Fogo Cruzado mapeou sete políticos baleados na Região Metropolitana do Rio: seis morreram. Dos sete baleados, cinco casos foram na Baixada Fluminense: todos morreram.

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Assassinatos em Caxias este ano

Há um mês, o também vereador Joaquim José Santos Alexandre, o Quinzé, de 66 anos, foi assassinado a tiros quando saiu de seu carro para entrar na casa de uma pessoa que iria visitar em São João de Meriti. O autor dos disparos, que estava em um veículo, fugiu. Quinzé estava em seu terceiro mandato.

A morte do primeiro parlamentar neste ano foi em março. Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado (MDB), e do filho dele, Gabriel da Silva, foram mortos a tiros no bairro Jardim Primavera. Investigações da Polícia Civil levantaram a suspeita de envolvimento do parlamentar com um grupo de extermínio.

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Caso Maurício Souza: Bolsonaro afirma que hoje ‘tudo é homofobia’

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Caso Maurício Souza: Bolsonaro afirma que hoje 'tudo é homofobia'

Caso Maurício Souza: Bolsonaro afirma que hoje ‘tudo é homofobia’ – Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a causar polêmica e criticou, nesta quarta-feira (27), o afastamento do jogador de vôlei Maurício Souza do Minas Clube após declarações de cunho homofóbico. “Impressionante, né? Tudo é homofobia, tudo é feminismo”, disse Bolsonaro, enquanto aguardava uma entrevista à TV Jovem Pan.

O jogador usou as redes sociais para criticar o anúncio da DC sobre o novo personagem do Super-Homem ser bissexual. A postagem de cunho homofóbico gerou muita repercussão negativa para o atleta, o clube e os patrocinadores do time.

Quase uma semana após a publicação, o Minas veio a público e defendeu que “todos os atletas federados à agremiação têm liberdade para se expressar livremente em suas redes sociais”. A equipe ainda reiterou que não aceita manifestações homofóbicas ou racistas.

Por conta da pressão do público e dos patrocinadores, Maurício Souza pediu desculpas em relação à postagem. O atleta estava afastado do clube.

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