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Praça Vermelha

Victor Coelho entra 2019 vencendo as eleições de 2020

Por Tiago Turini Começar o ano acertando, faz bem! Depois de dois anos de planejamento, erros e acertos, após o carnaval de 2018, mal localizado e mal compreendido, a administração do Prefeito Victor Coelho (PSB) entrou 2019 com êxito nesse quesito. A festa foi realizada com sucesso na Praça de Fátima, com um glamour familiar. […]

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Por Tiago Turini

Começar o ano acertando, faz bem! Depois de dois anos de planejamento, erros e acertos, após o carnaval de 2018, mal localizado e mal compreendido, a administração do Prefeito Victor Coelho (PSB) entrou 2019 com êxito nesse quesito.

A festa foi realizada com sucesso na Praça de Fátima, com um glamour familiar. Bons ventos começam a soprar em favor do socialista neste ano pré-eleitoral.

O momento é favorável para a construção do projeto de reeleição do atual gestor. Sua vantagem se dá pela aliança partidária e pela parceria com o Governador Renato Casagrande que está indo muito bem, obrigado.

Após a exoneração de alguns secretários que não se adaptaram ao projeto político e técnico do prefeito Victor Coelho, o chefe do executivo inaugurou uma nova fase de apoio ao governo e ao mandato.

Este novo projeto vem composto pelo setor produtivo, que tem como a menina dos olhos a força do mercado de rochas ornamentais, do setor comercial e da área do agronegócio. Representando tudo isso, foi a indicação do Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Francisco Montovanelli, Presidente da ACISCI.

Victor consolida também uma parceria local e estadual com o PPS, através da indicação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O PV segue controlado, parceiro na gestão e na câmara, o prefeito mantem conversas muito afinadas com o PDT depois da eleição da nova executiva.

Outra composição construída pelo prefeito é o embarque do MDB do ex-prefeito Roberto Valadão. A sigla é a mais tradicional de Cachoeiro com o maior número de filiados. Ela está representada pela nomeação do diretor do Procon, o professor e advogado Rogério da Silva Athayde.

Por outro lado, não há nenhuma movimentação de desembarque de siglas do Governo de Victor Coelho. Ele mantem a base ampliada mesmo com a possibilidade de um divórcio com o Vice-prefeito Jonas Nogueira (PP). O raciocínio é simples: Os progressistas estão dentro do mesmo projeto de poder do Palácio Bernardino Monteiro, considerando a participação efetiva no governo socialista estadual do seu principal representante e presidente da sigla, o ex-deputado federal Marcos Vicente, Secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, avalizado pelo Governador Renato Casagrande.

Fora todo esse aspecto político, os cachoeirenses já começam a sentir os efeitos das obras estruturais em andamento e a projetar nos próximos meses em todos os segmentos da atividade humana. Segue o bloco Victor Coelho a desfilar em 2020…

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Praça Vermelha

Será que o Rei da Linguiça quer ser o novo Barão de Itapemirim?

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Por Tiago Turini

O nome Barão de Itapemirim que leva a rua onde hoje funciona a Câmara Municipal de Cachoeiro nunca fez tanto sentido. Um vereador declaradamente monarquista quer aprovar uma lei “nunca vista antes na história do município”. Uma super lei, valendo mais que determinações do Governo Federal e Estadual, criando uma espécie de império dentro da República, onde o que vale da porteira para dentro de Cachoeiro é o que ele aprova no Legislativo Municipal.

Talvez pela pouca idade e por ter crescido praticamente em um império, a empresa do seu pai, a Cofril, Juninho da Cofril, como é conhecido, talvez esteja sendo influenciado pela realidade em que viveu e viu até hoje, onde apenas o patrão manda e os funcionários obedecem. Juninho talvez precise entender que a lógica, agora, é inversa: o funcionário é ele e quem manda é o povo, além, é claro, de toda uma construção histórica de um regramento que acabou virando um mundaréu de leis, na qual, em seu ápice político hoje (23) na Câmara Municipal de Cachoeiro, durante um evento negacionista, transgrediu algumas dessas leis, cometendo crime contra a saúde pública, ao promover aglomeração em meio a uma pandemia. Será que o Ministério Público viu isso?

O que Juninho da Cofril propôs e levou quase todos os vereadores a embarcarem nessa furada, com a exceção do vereador professor Diogo Lube que se posicionou contra, é uma aberração legislativa. Mas como é marinheiro de primeira viagem e refuta ter assessoria de qualquer área, o erro é perdoável.

Juninho da Cofril quer criar uma lei onde, num cenário imaginário, por exemplo, em caso de uma outra pandemia no Brasil, nem mesmo o Governo Federal poderia determinar o que aconteceria em Cachoeiro. Ou seja, se amanhã o Brasil inteiro tiver que fechar o comércio, no Império Cachoeirano onde quem fabrica linguiça é rei, o comércio poderá funcionar normalmente, pois valerá o que diz a lei municipal proposta hoje, onde quem determina o que é essencial ou não no comércio será o Legislativo Municipal. É tão óbvio que não precisa ser nenhum Sérgio Moro para enxergar a inconstitucionalidade de tal Projeto de Lei.

Mais ainda

Juninho convocou empresários e trabalhadores para um protesto na porta da Câmara que, entre outras coisas, descumpriu todas as medidas sanitárias para enfrentamento do Coronavírus. E o povo que lá compareceu não sabia que se aglomerou à toa, porque a lei já nascia morta e nenhuma manifestação coletiva serviria de nada, até porque, falta uma semana, das duas impostas, para a quarentena acabar.

Talvez falte um pouco mais de Bolsonaro em Juninho da Cofril. Jogar para a plateia e fazer discursos vazios, acompanhados de políticas públicas ineficientes pode parecer fácil, mas, a exemplo do presidente, requer muitos anos de experiência.

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