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VÍDEO: marinheiro é mordido por  capivara enquanto nadava em lago, em Brasília

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Homem é mordido por Capivara enquando nadava em Brasília

Homem é mordido por Capivara enquanto nadava em Brasília – Reprodução

Um homem foi mordido por uma capivara no Setor de Clubes Sul, em Brasília. Ele nadava no  Lago Paranoá no momento do ataque, que ocorreu nesta segunda-feira (13). O incidente foi filmado por outro banhista. (veja abaixo)

 

 

O alvo do ataque é marinheiro do Clube da Aeronáutica, segundo o G1. Ele não quis se identificar.

No vídeo é possível ver o homem mergulhando e a capivara se aproximando. Ela sobe nas costas do marinheiro e morde próximo ao seu ombro. Depois o animal sai nadando.

A vítima ficou com marcas de garras da capivara nas costas (veja abaixo). Ele foi levado ao hospital, tomou vacinas antitetânica e antirrábica e passa bem.

Ferimento nas costas do marinheiro, mordido por capivara enquanto nadava

Ferimento nas costas do marinheiro, mordido por capivara enquanto nadava – REPRODUÇÃO G1

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Dona de cão que morreu após voo diz que fará registro na delegacia contra Latam

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Cachorro de Gabriela, morto em ponte aérea
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Cachorro de Gabriela, morto em ponte aérea

A estudante Gabriela Duque, de 24 anos, dona do cão que morreu no dia 14, após um voo de São Paulo com destino ao Rio , pretende levar o caso à polícia. Com o registro de ocorrência contra a companhia aérea Latam, ela pretende conseguir mais provas do que ocorreu, como o acesso a câmeras de segurança do aeroporto do Galeão, por exemplo, onde o pet desembarcou. Em nota divulgada nesta terça-feira numa rede social, a jovem já tinha anunciado a possibilidade de levar o caso à Justiça.

O cão Zyon tinha 2 meses e 4 dias. Segundo nota divulgada para a imprensa, o animal vinha de um canil , em São Paulo, com destino ao aeroporto do Galeão, no Rio. Gabriela contou, por meio de uma publicação em seu Instagram, que o embarque no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, aconteceu às 13h, e chegou ao Rio às 13h52. Mas somente às 15h30 o cachorro foi entregue à dona, já com dificuldades de respiração.

Após duas horas de espera, Gabriela contou que foi acompanhada por um dos funcionários da companhia em direção ao hospital veterinário. Lá, o cão, ainda com vida, foi diagnosticado com hipertermia, hiperglicemia e problemas de oxigenação. Segundo a nota, Zyon não resistiu e faleceu horas depois da internação. No atestado de óbito, a causa da morte foi determinada como parada respiratória.

Na terça-feira, a companhia aérea divulgou nota informando que seguiu todos os protocolos nacionais e internacionais para a locomoção do pet.

Leia a íntegra da nota:

“Nós da LATAM nos sensibilizamos muito com o que aconteceu e estamos em contato com a cliente Gabriela desde o desembarque do animal, prestando toda assistência necessária até o momento presente.

A empresa esclarece ainda que seguiu todos os procedimentos de aceitação e transporte do pet que atendem rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais.

Desde o embarque no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o pet foi acompanhado de acordo com os mais rígidos protocolos de segurança, aguardando em ambiente refrigerado até a entrada na aeronave e permanecendo hidratado ao longo do trajeto.

Logo após o pouso, ainda dentro do kennel (caixa de transporte), a nossa equipe do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) identificou que o animal encontrava-se com sinais de mal-estar e, imediatamente, atuou para que ele fosse transportado a uma clínica veterinária em uma van dedicada e em tempo mais rápido do que o padrão para esta operação. Vale ressaltar que, da pista do aeroporto até o terminal de cargas, são 7,5 km e o trajeto deve ser percorrido em até 20 km/h.

Reforçamos que o pet não foi exposto ao sol ou passou calor e, que, nossa equipe esteve junto dele e de sua tutora durante todo o atendimento, e se manteve disponível via telefone inclusive após a internação do pet.

Esclarecemos que a LATAM obedece às mais restritas normas de segurança para transportes de pets, seguindo procedimentos baseados no Regulamento de Animais Vivos da IATA e tendo protocolos ainda mais rígidos que a portaria 93 do IBAMA, garantindo uma execução segura em todas as etapas do processo de transporte. Salientamos ainda que a operação ocorreu respeitando os intervalos de tempo seguros desde a entrega do pet à equipe da LATAM, inclusive após o desembarque.

A companhia reitera que a segurança é um valor inegociável, reforçando que se solidariza com a tristeza vivida pela cliente e que fará tudo que está ao seu alcance para oferecer a assistência necessária neste momento. A LATAM permanece em contato com a Gabriela, que sinaliza compreensão quanto ao posicionamento e procedimentos adotados pela companhia.”

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