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Vídeo: Organizador de motociata chama Bolsonaro de “traidor” e “calça frouxa”

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Jackson Vilar, ex-bolsonarista organizador da motociata de SP

Jackson Vilar, ex-bolsonarista organizador da motociata de SP – Reprodução

Jackson Vilar, ex-bolsonarista que organizou a motociata realizada em São Paulo em julho deste ano, gravou um vídeo publicado nas redes sociais criticando o presidente da República pela nota de recuo divulgada ontem (9) após almoço com o ex-presidente Michel Temer. Na postagem, ele diz que Bolsonaro é “traidor da pátria” e “não merece respeito”.

No vídeo, Vilar diz chama Doria de “calça apertada” e se refere a Bolsonaro como “calça frouxa de Brasília”. Ele também  elogiou o caminhoneiro Zé Trovão e sugeriu o nome como opção para a presidência da República.

 

 

“Onde já se viu mandar recuar? Eu fui processado várias vezes defendendo o Bolsonaro, mas agora eu te digo: eu não acredito mais”, disse. “Bolsonaro, a partir de hoje eu quero que você vá à merda!”.

Vilar costuma se manifestar de forma extrema nas redes sociais. O ex-apoiador, que se identifica como pastor, já chegou a ameaçar usar a violência contra indígenas que estão protestando contra o Marco Temporal.

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Supermercado do RJ vende cabeça de peixe em bandeja

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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ

Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ – Reprodução

Uma parte do peixe que costuma ser descartada chamou atenção de cariocas ao aparecer à venda em bandejas no supermercado. Na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro, está sendo comercializado avulso, sem o corpo do pescado.

A imagem foi compartilhada pela página “Barra Mansa Forte” nas redes sociais. “É a primeira vez que se vê na bandeja uma parte que nem todos consumiam, sendo descartada”, diz o post.

A comercialização da cabeça de peixe é apenas um entre os recentes episódios onde partes que geralmente não eram comercializadas passaram a ocupar as vitrines dos mercados no Brasil, em razão da crise econômica que levou grande parte da população à fome no país.

No Pará, restos de peixe como vísceras, espinhas e cabeça também estão sendo vendidos. O quilo custa R$ 3,90.

Em Santa Catarina, após a repercussão de uma placa cobrando R$ 4 por kg de osso em um mercado, o Procon-SC emitiu uma nota técnica recomendando que os estabelecimentos evitassem a cobrança de ossos destinadas ao consumo humano.

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