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Política Nacional

Vídeo publicado por Bolsonaro com fotos falsas era peça “inacaba”, diz Secom

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Campanha Bolsonaro
Reprodução

Captura de tela da campanha compartilhada por Bolsonaro

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República disse por meio de nota que o vídeo publicado nesta quarta-feira (1º) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas redes sociais era uma “peça piloto inacaba” e que ela não deveria ter sido publicada.

vídeo institucional mostra pessoas que supostamente fizeram ligações para o presidente falando sobre os projetos concluídos pelo governo federal na região Nordeste do Brasil. A peça, no entanto, usa imagens de pessoas que não moram no Brasil e que podem ser encontradas em sites de busca de fotos comerciais. O vídeo já foi apagado.

Internautas logo perceberam o uso de tais imagens e criticaram o presidente por propagar fake news, já que as imagens não representam pessoas reais.

Segundo a publicação, o governo federal inaugurou mais uma etapa do eixo norte da transposição do Rio São Francisco, no Ceará, que vai levar água a regiões mais secas do estado.

Na sequência, Bolsonaro anuncia que o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, estará, esta semana, no Rio Grande do Norte para inaugurar uma estação de VLT (transporte sob trilhos). Segundo o vídeo, um investimento de R$ 75,7 milhões para a implantação de duas novas linhas férreas.

Confira a íntegra da nota da Secretaria de Comunicação da Presidência da República

NOTA

O vídeo publicado no dia de hoje, 1° de julho, nas redes sociais pessoais do presidente Jair Bolsonaro, trata-se de uma peça piloto inacabada que não deverá ser veiculada, não possuindo, portanto, caráter oficial. De todo modo, a fim de sanar qualquer tipo de distorção dos fatos, o vídeo foi retirado do ar.

Secretaria Especial de Comunicação Social

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Política Nacional

Proposta determina que cartórios informem as secretarias da Fazenda sobre óbitos

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Ordem do dia. Dep. André Figueiredo (PDT - CE)
Deputado André Figueiredo: “O registro de óbito é público”

O Projeto de Lei 3733/20 determina que os cartórios remetam às secretarias da Fazenda nos estados e no Distrito Federal, dentro dos primeiros oito dias de janeiro, abril, julho e outubro de cada ano, as informações sobre óbitos ocorridos no trimestre anterior, com nomes e respectivos números no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) da Receita Federal.

O texto em tramitação na Câmara dos Deputados insere o dispositivo na Lei de Registros Públicos. O objetivo é dar efetividade à cobrança do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) e de eventuais outros valores.

“Em inúmeras hipóteses os herdeiros atrasam injustificadamente ou até não requerem o inventário”, afirma o autor da proposta, deputado André Figueiredo (PDT-CE). “O registro de óbito é público, e, tendo em vista o interesse público na arrecadação de impostos e na regularização de situações jurídicas, o projeto é plenamente legítimo.”

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Roberto Seabra

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