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Vídeo que mostra possível assassino de Jonas Amaral viraliza nas redes sociais; assista

Um vídeo que circula pelas redes sociais, divulgado pelo portal www.aquinoticias.com mostra um homem saindo de um matagal que poderia ser o assassino de Jonas Amaral, que foi encontrado em avançado estado de decomposição no último sábado (23), a um quilômetro do local em que espancou sua ex-companheira, Jane Cherubim. (Veja o vídeo no final da matéria) […]

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Um vídeo que circula pelas redes sociais, divulgado pelo portal www.aquinoticias.com mostra um homem saindo de um matagal que poderia ser o assassino de Jonas Amaral, que foi encontrado em avançado estado de decomposição no último sábado (23), a um quilômetro do local em que espancou sua ex-companheira, Jane Cherubim. (Veja o vídeo no final da matéria)

No entanto, segundo a Polícia Civil o vídeo é falso. O delegado José Maria Simão, que está à frente das investigações do caso Jane Cherubim, afirmou a reportagem que a gravação foi feita antes mesmo das agressões contra Jane, no dia 4 de março. O delegado confirmou, ainda, que também há áudios de possíveis ameaças à Jonas Amaral, que estão circulando em grupos de Whatsapp e outras redes sociais estão sendo analisados, para depois então serem tomadas as medidas cabíveis.

“Esses vídeos que estão circulando são falsos e foram feitos antes mesmo do fato ter ocorrido. O problema é que as pessoas estão querendo distorcer um caso que já está praticamente concluído”, afirma o delegado.

Relembre o caso

Na segunda-feira (4) de Carnaval, Jane Cherubim, 36 anos, foi encontrada pelos irmãos desacordada ás margens de uma estrada em Dores do Rio Preto, região do Caparaó, após ter sido brutalmente espancada pelo namorado. Ela estava seminua e com o rosto desfigurado.

Jonas Amaral ficou foragido desde o dia do crime, quando seu corpo foi encontrado no último sábado (23) por populares, próximo ao local onde Jane foi espancada. A polícia aguarda o resultado do exame de DNA, que deve sair dentro de 30 dias, para confirmar se o corpo é realmente de Jonas Amaral.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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